'Sevandijas' e 'quilingue': protestos 'cultos' reaparecem no Cruzeiro

Termo foi utilizado para afrontar diretoria do clube azul, lutando contra rebaixamento. Foi segundo protesto com uso de palavras pouco usuais

Raposa inaugurou novo tipo de protesto, com uso de termos pouco usuais

Raposa inaugurou novo tipo de protesto, com uso de termos pouco usuais

Lance

O Cruzeiro foi alvo de mais um protesto de torcedores. Agora, na sede administrativa do clube. Outra vez, o uso de um termo pouco usual no dia a dia chamou à atenção.

Depois de ter a palavra "sevandijas" que, segundo o dicionário, significa vermes e parasitas, pichada na Toca da Raposa II, os protestantes foram buscar outra palavra “difícil” para atacar o clube.

A pichação feita na sede administrativa do clube, no bairro Barro Preto, usou termo "Diretoria quilingue". Quilingue significa "cultura da corrupção, da desonestidade". O Cruzeiro não quis falar sobre mais esse protesto.

A segunda pichação “culta” por parte de torcedores repercutiu muito nas redes sociais.

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