Lance Série B: Brasil de Pelotas e Operário fazem jogo sem gols no Bento Freitas

Série B: Brasil de Pelotas e Operário fazem jogo sem gols no Bento Freitas

Partida que teve melhores momentos concentrados no fim das duas etapas acabou não saindo do zero

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Na tarde dessa segunda-feira (30) Brasil de Pelotas e Operário-PR inauguraram a 25ª Rodada da Série B do Campeonato Brasileiro onde, no Estádio Bento Freitas, acabaram não conseguindo balançar as redes. O marcador de 0 a 0 fez com que os dois clubes seguissem iguais em pontos (33) sendo que os paranaenses estão em 11° e os gaúchos em 12° por conta do Fantasma ter uma vitória a mais.

ESTRATÉGIAS DISTINTAS

Tentando exercer a pressão desejada pelo técnico Cláudio Tencati no plano ofensivo, o Brasil acabava errando justamente no momento que precisava puxar a transição rápida para fazer valer o fato de roubar a bola mais próximo do gol adversário, desperdiçando algumas oportunidades com erros de passe.
Do outro lado, o time paranaense tentava escapar dessa marcação mais adiantada tocando em velocidade e não tentando se aproximar muito da área pertencente a meta de Rafael Martins para finalizar. Tanto é que, antes dos 10 minutos de partida, as duas finalizações vieram justamente de fora da área por parte de Leandro Vilela mandando por cima e do lado direito do gol adversário.

GANHOU EM EMOÇÃO

Aos poucos, os espaços nos dois sistemas defensivos começaram a ser encontrados pelos ataques de Brasil e Operário para o compromisso que até então caminhava de maneira mais "truncada" no sentido das chances de gol. Com isso, o duelo ganhou em emoção e na ideia de que o marcador poderia ser aberto a qualquer momento. No lance mais curioso dentro desse período, a bola chegou a ser tocada na direção da pequena área do Fantasma por Jarro, mas, além do desvio na zaga adversário, o arqueiro Thiago Braga conseguiu o corte "sem querer" com o rosto, mandando pela linha de fundo.

DE NOVO, CAMINHO FECHADO

Se na reta final da primeira etapa os lances de maior perigo chegaram a aparecer com mais constância, no tempo complementar as jogadas mais agudas voltaram a se tornar bastante raras. Seja por conta de ajustes feitos na marcação principalmente do Operário, time que se via mais exposto, como na manutenção da boa estrutura defensiva do Brasil que já vinha evitando com que os paranaenses finalizassem de maneira mais perigosa ao gol de Rafael Martins.

AS GRANDES CHANCES

Já na reta final do compromisso na Serra Gaúcha, Mazinho cabeceou bem, na busca do contrapé do goleiro do Xavante, e viu sua bola passar perto da meta adversária contando com um desvio também de Sousa. Do lado dos anfitriões, Bruno José foi ainda mais incisivo em bola afastada pela zaga do Operário e bateu para, após o desvio em um oponente, ver o arqueiro Thiago Braga fazer uma boa defesa onde espalmou pra escanteio.

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