Lance Sem tomar sustos, Brasil bate a Venezuela na estreia da Copa América

Sem tomar sustos, Brasil bate a Venezuela na estreia da Copa América

Com gols de Marquinhos, Neymar e Gabigol, Seleção Brasileira bateu a Vinotinto por 3 a 0, em Brasília

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O Brasil não precisou de muito para estrear com vitória na Copa América. No estádio Mané Garrincha, a Seleção Canarinho venceu a Venezuela por 3 a 0, gols de Marquinhos, Neymar e Gabigol, pela primeira rodada do Grupo B da competição.

A equipe do técnico Tite foi superior desde o primeiro minuto de partida, com 62% de posse de bola e 16 finalizações contra três da Seleção Vinotinto.

BRASIL COMEÇA COM TUDO

O Brasil não passou sufoco no primeiro tempo contra a Venezuela, na abertura da Copa América. O time teve mais a bola e foi superior ao adversário desde o primeiro minuto de jogo.

O primeiro a quase abrir o placar foi Richarlison, que cabeceou para fora um escanteio cobrado por Neymar. E o Pombo estava afim de ir às redes, já que dois minutos depois finalizou ao gol, após uma enfiada do camisa 10 da Seleção, mas parou no goleiro Graterol.

Danilo também parou em Graterou, após aproveitar rebote de um tiro de canto.

Outro que quase foi às redes foi o zagueiro Eder Militão, que mergulhou após tescnteio cobrado por Renan Lodi.

MARQUINHOS ABRE O PLACAR

Mas se Militão não conseguiu ir às redes, o seu companheiro de zaga, Marquinhos, foi. Aos 22 minutos de etapa inicial, Neymar bateu escanteio pelo lado direito, a bola pipocou e sobrou para o camisa 4, na entrada da grande área, batendo na saída de Graterol.

Foi o primeiro gol do Brasil nesta edição da Copa América.

BRASIL AMPLIA, MAS GOL É ANULADO

Três minutos depois, o Brasil chegou até a ampliar, mas o gol foi bem anulado por arbitragem, após Richarlison receber cruzamento de Neymar, se antecipar a marcação e empurrar para as redes. No entanto, o atacante da Amarelinha estava à frente do penúltimo defensor venezuelano.

BRASIL SEGUE PRESSIONANDO

Como a Seleção da Venezuela, mesmo saindo atrás do marcador, não se expôs, o Brasil seguiu pressionado o seu adversário, e por muito pouco Neymar não aumentou para o time de Tite.

O camisa 10 recebeu passe de Eder Militão, passou bem pela marcação e finalizou no canto direito, tirando tinta do goleiro Graterol.

Ainda assim, o primeiro tempo terminou com vitória sa Seleção Brasileira por apenas 1 a 0.

BRASIL VOLTA PRESSIONANDO

Com mais de 60% de posse de bola, o Brasil voltou para a etapa final da mesma forma que tinha terminada a primeira: em cima da Venezuela.

O trio ofensivo, formado por Richarlison, Gabriel Jesus e Neymar, buscava jogo, finalizava, mas pecava em colocar a bola para rede, sempre chutando para fora ou parando na marcação dos venezuelanos.

NEYMAR DEIXA A SUA MARCA

Aos 15 minutos do segundo tempo, o lateral-direito Danilo fo até a linha de fundo, passou por Pino Mago e foi derrubado por Camaná. O pênalti foi marcado pela arbitragem e confirmado pelo VAR.

Na cobrança, Neymar, com muita tranquilidade, colocou no canto esquerdo de Graterol, que caiu para o lado direito.

GABI DEFINE O PLACAR

Próximo ao apito final, o Brasil ainda marcou o seu terceiro gol, com o atacante Gabigol, do Flamengo, que escorou de peito um cruzamento vindo pelo lado esquerdo, do lateral Alex Sandro.

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FICHA TÉCNICA
BRASIL 3 X 0 VENEZUELA - COPA AMÉRICA - 1ª RODADA - GRUPO B

Estádio: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Data e hora: 13 de junho de 2021, às 18h (horário de Brasília)
Árbitro: Esteban Otojich (URU)
​Auxiliares: Carlos Barreiro (URU) e Martin Soppi (URU)
Árbitro de vídeo: Julio Bascuñan (CHI)
Cartões amarelos: Renan Lodi e Gabi (Brasil); Manzano e Del Pino Mago (Venezuela)
Cartões vermelhos:

GOLS: 1-0 Marquinhos (22'/1T); 2-0 Neymar (18'/2T); 3-0 Gabi (43'/2T)

BRASIL: Alisson; Danilo, Marquinho, Eder Militão e Renan Lodi (Alex Sandro, intervalo); Casemiro, Fred (Fabinho, 40'/2T) e Lucas Paquetá (Éverton Ribeiro, intervalo); Neymar, Gabriel Jesus (Vinícius Júnior 40'/2T) e Richarlison (Gabi, 19'/2T). Técnico: Tite.

VENEZUELA: Graterol; La Mantía, Martínez e Del Pino Mago; González, Moreno, Manzano (Cellis, 32'/2T), Cássares (Castillo, 40'/2T), Martínez e Cumaná; Aristeguieta (Córdova, 32'/2T). Técnico: José Peseiro.

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