Scaloni tem apenas uma derrota em mata-matas pela Argentina; saiba para quem
Com 94% de aproveitamento, treinador só perdeu uma decisão em oito anos
Lance|Do R7
A classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo de 2026 consolidou ainda mais o trabalho de Lionel Scaloni. O treinador, que assumiu a Albiceleste em 2018 sob desconfiança, transformou-se em um verdadeiro especialista em jogos decisivos de eliminação direta, acumulando números que impressionam.
Ao todo, Scaloni esteve à frente da seleção em 18 partidas de mata-mata. O retrospecto é avassalador: 17 vitórias e apenas uma derrota, o que representa um aproveitamento de 94% nessas fases.
O único tropeço e a virada de chave contra o Brasil
A única derrota de Scaloni em um confronto de mata-mata aconteceu na semifinal da Copa América de 2019, contra o Brasil, em Belo Horizonte. Na ocasião, a seleção brasileira, que posteriormente seria a campeã do torneio sobre o Peru, venceu a Argentina por 2 a 0, com gols de Gabriel Jesus e Roberto Firmino.
Aquela derrota, no entanto, funcionou como um divisor de águas para o comandante e seu elenco. A partir dali, a Argentina iniciou uma das eras mais vitoriosas de sua história, superando traumas e enfileirando troféus expressivos.
Uma era de ouro e títulos consecutivos pela Argentina
Após a queda em 2019, a seleção argentina não soube mais o que é perder uma decisão sob o comando do treinador. A redenção começou com o título da Copa América de 2021, conquistado em pleno Maracanã justamente contra o Brasil, que herdou a sede de última hora após as desistências de Argentina e Colômbia.
A sequência vitoriosa de Lionel Scaloni ainda incluiu a conquista da Finalíssima, com uma vitória contundente sobre a Itália, então campeã da Eurocopa, em Wembley, além do histórico tricampeonato da Copa do Mundo de 2022, garantido no Catar após uma final épica contra a França.
Agora, diante da Espanha neste domingo (19), Scaloni terá a oportunidade de colocar à prova sua escrita mais importante. Além do favoritismo histórico que costuma pesar a favor dos sul-americanos em confrontos decisivos, o treinador entra em campo defendendo seu retrospecto quase perfeito para guiar a Argentina ao tetracampeonato e consolidar, de vez, uma das maiores dinastias do futebol mundial.








