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São Paulo acumula dívida milionária com empresários

Montantes estão relacionados a comissões e intermediações envolvendo negociações de jogadores

Lance

Lance|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O São Paulo deve R$ 51 milhões a empresários do futebol.
  • As dívidas estão relacionadas a comissões e intermediações de negociações de jogadores.
  • Principais credores incluem Giuliano Bertolucci e Paulo Pitombeira, com valores significativos a receber.
  • O Conselho Deliberativo rejeitou o balanço orçamentário de 2025 devido a irregularidades nos valores apresentados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Balanço foi reprovado em reunião do Conselho Divulgação/ São Paulo FC

O São Paulo acumula dívidas com empresários influentes do mercado da bola. A informação foi antecipada pelo UOL e confirmada pelo Lance!. De acordo com o balanço mais recente, o valor total devido chega a R$ 51 milhões.

Os montantes estão relacionados a comissões e intermediações envolvendo negociações de jogadores ligados ao clube. Entre os principais credores está Giuliano Bertolucci, que tem cerca de R$ 9,591 milhões a receber. Outros nomes como Paulo Pitombeira e André Cury também aparecem na lista.


Veja os principais nomes de empresários que o São Paulo está devendo

1. Empresa de Giuliano Bertolucci: R$ 9,5 milhões

2. Empresa do ex-empresário de Calleri (AIS Football Brasil Ltda.): R$ 5,1 milhões


3. Empresa de Jorge Mendes: R$ 4,4 milhões

4. Empresa de Paulo Pitombeira: R$ 3,9 milhões


5. Empresa de André Cury: R$ 3,8 milhões

Balanço do São Paulo foi rejeitado

O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou o balanço orçamentário da temporada 2025, o último da gestão Casares. Justamente neste balanço que estavam estes valores referentes aos empresários.


Um dos pontos abordados foi a ressalva no balanço relacionada a cerca de R$ 11 milhões em saques. De acordo com a auditoria, não foi possível rastrear a totalidade desses valores, o que motivou a observação no documento. Parte desse montante, estimada em aproximadamente R$ 7 milhões, sem a apresentação dos devidos comprovantes.

Por conta destes saques, o Conselho votou e reprovou.

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