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Rafael Paiva exalta força do elenco do Vasco mesmo com ausências: 'Precisavam provar'

Técnico faz o Cruz-Maltino conquistar os primeiros três pontos como visitante

Lance

Lance|Do R7


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O desempenho e a vitória do Vasco foram, mais uma vez, com méritos para o técnico Rafael Paiva. O treinador fez o Cruz-Maltino conquistar os primeiros três pontos fora de casa, mesmo diante de diversos desfalques. Em coletiva, o comandante exaltou o elenco e afirmou que os jogadores precisavam provar a capacidade.

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Além de Rafael Paiva, a vitória do Vasco passou por Lyncon. O jovem zagueiro de 19 anos recebeu sua primeira oportunidade entre os profissionais na temporada e marcou seu primeiro gol com a camisa cruz-maltina. O treinador elogiou a garotada da base.

- Isso valoriza muito o trabalho de quem vem da base. A gente tem muita gente boa trabalhando na base, excelentes treinadores. É uma transição muito difícil, você tem que dar resultado a curto prazo porque, caso contrário, você não tem sequência. Quando consegue pontuar e buscar vitórias, isso fortalece muito quem vem da base. Hoje tínhamos 10 jogadores da base, tinha jogador de 16 anos. Isso é muito satisfatório, fortalece o trabalho que estamos fazendo na base. Esses jogadores têm total capacidade para dar conta do recado, acho que isso é o mais importante. Não é só trazer por trazer. Se a gente tiver paciência, muito jogador bom vai aparecer.

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APLICAÇÃO TÁTICA
- A gente tenta sempre uma estrutura em que a gente consiga jogar, mas muito em cima do que o adversário nos passa. Tento passar aos atletas para não ficarmos presos na estrutura de jogo, o que eu cobro deles é a função. Alguns jogadores estamos testando em lugares do campo, e o grupo tem respondido bem. Alguns jogadores fora de posição, mas cumprindo função. Isso é o mais importante. Saber defender, balançar, qual espaço atacar… Tem sido em cima disso a nossa construção. Ter clareza o que fazer com a bola, sem a bola, independentemente da estrutura.

VASCO COMPETITIVO
- Eu estou muito tranquilo, muito satisfeito com o que estamos construindo. Consigo ver a minha cara no que a equipe está fazendo, isso para mim é muito satisfatório. Vindo com vitória, pontos na maioria dos jogos. Isso é fundamental. A gente não abre mão disso, temos que competir, brigar, principalmente quando a gente não estava no melhor momento. A gente tinha que se doar mais. Para pontuar, precisa jogar com a bola, precisava terminar as jogadas com mais qualidade e é isso que estamos tentando construir. Passo a passo, jogo a jogo. Sem perder nossa competitividade, a nossa garra. É refinar cada vez mais o que estamos fazendo para continuar tentando prosperar na tabela.

REAÇÃO NO BRASILEIRO
- Eu sempre falei para eles que ninguém mais poderia fazer algo para mudar o cenário que não fossem eles. Atitude, confiança para jogar… A gente tinha que entender que, se nos equilibrássemos melhor, conseguiríamos pontuar mais nos jogos. Sem se desfazer da bola o tempo todo. Foi muito em cima disso, é uma construção do dia a dia. Parte mental, técnica, tática. São muitas coisas que interferem no resultado a curto prazo. Os jogadores lutaram demais, mudaram demais a postura. Mérito total para eles. É um trabalho de formiguinha, envolve muitas pessoas. Estamos no caminho, Vamos tentar dar uma sequência.

ANÁLISE DO JOGO
- O Inter foi muito melhor do que a gente no primeiro tempo, conseguiram nos machucar muito, pressionaram muito forte Tivemos muita dificuldade de sair da pressão com bola limpa. Muito mérito do Inter, é uma equipe muito organizada. A gente até escapou em um ou outro contra-ataque. A gente equilibrou no segundo tempo, jogou. Cada jogo tem a sua história. Temos que analisar depois, ver o que podemos melhorar quando tiver esse cenário. Com muito jogo em sequência a gente não consegue treinar. É muita conversa e pouco treino. Temos que tentar continuar jogando bem, equilibrados. Sofrendo como sofremos no primeiro tempo, sem tomar o gol. Temos falado muito sobre isso. Porque, quando a gente consegue jogar, a gente sabe que pode sempre buscar a vitória.

CRESCIMENTO DO VASCO NA PARTIDA
- Dentro do jogo a gente consegue mexer na estrutura e tenta neutralizar o que o Inter está fazendo. Conseguimos mapear o que o Inter estava fazendo, onde estava nos machucando. A gente fez algumas mudanças estratégicas e surtiram efeito. A ideia é sempre marcar o adversário no campo dele, mas o Inter nos empurrava para trás até pela intensidade deles, vieram empurrados pela torcida. Conseguimos sofrer sem tomar o gol, isso foi o mais importante. Com 15 minutos, trocamos dois jogadores que entraram muito bem. Os meninos entraram muito bem, conseguimos fazer um bom segundo tempo e sair com a vitória.

ZONA DE REBAIXAMENTO
- Trabalhar próximo à zona de rebaixamento é uma pressão gigantesca. Faz parte do processo, acho que a gente soube trabalhar com pressão, A gente sabia o que tinha que fazer e fomos premiados com o resultado nos últimos jogos. Agora é manter a humildade para não deixar cair, não podemos pensar que está tudo certo. Precisamos pontuar o máximo possível para ficar cada vez mais longe e, daqui a pouco, sonhar com uma zona de classificação de Libertadores ou Sul-Americana.

- Estou extremamente feliz e satisfeito pelo que a gente tem construído.

( - Estou extremamente feliz e satisfeito pelo que a gente tem construído. )

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