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Quem você quer que o Brasil enfrente na próxima fase da Copa do Mundo?

Neste momento, Brasil enfrentaria o Japão no 16-avos de final

Lance|Do R7

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Dois primeiros colocados do Grupo C, chave do Brasil, enfrentarão os dois classificados do Grupo F, formado por Holanda, Suécia, Japão e Tunísia Rafael Ribeiro/CBF

A definição dos confrontos da fase eliminatória da Copa do Mundo começa a ganhar forma, e a seleção brasileira já observa atentamente os possíveis adversários que podem surgir no caminho a partir dos 16 avos de final.

Os dois primeiros colocados do Grupo C, chave do Brasil, enfrentarão os dois classificados do Grupo F, formado por Holanda, Suécia, Japão e Tunísia. Se a fase de grupos terminasse neste momento, o Brasil, atual líder do Grupo C, teria pela frente o Japão, segundo colocado do Grupo F.


A disputa pela liderança da chave europeia e asiática segue aberta. Holanda e Japão somam quatro pontos cada. As seleções empataram no confronto direto e venceram seus compromissos da segunda rodada. Os holandeses aplicaram uma goleada por 5 a 1 sobre a Suécia, enquanto os japoneses derrotaram a Tunísia por 4 a 0. Com isso, os critérios de desempate podem ser decisivos para definir quem avançará em primeiro lugar.







Para o Brasil, terminar a fase de grupos na liderança do Grupo C pode representar uma vantagem que vai além do cruzamento na próxima fase. A Seleção enfrenta a Escócia na próxima quarta-feira (24), em Miami, buscando não apenas a classificação, mas também a melhor campanha possível dentro da chave.


Caso confirme a primeira colocação, o time comandado pela comissão técnica brasileira fará todo o restante da competição em território norte-americano. O possível trajeto até a final inclui partidas em Houston, Nova Jersey, Miami e Atlanta, com a decisão também marcada para Nova Jersey.

A manutenção da liderança permitiria ainda que a delegação permanecesse baseada em Morristown, cidade que abriga o centro de treinamento da Seleção desde o início de junho. A estrutura do local tem recebido elogios constantes por parte dos jogadores e integrantes da comissão técnica.

Por outro lado, uma eventual segunda colocação no Grupo C mudaria significativamente o planejamento logístico. Nesse cenário, o primeiro compromisso da fase eliminatória seria disputado em Monterrey, no México. A mudança poderia obrigar a equipe a deixar temporariamente sua base nos Estados Unidos e reorganizar toda a preparação para os confrontos seguintes.

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