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Palmeiras deve ficar sem poder usar o Allianz Parque na reta final do Campeonato Brasileiro

Verdão deve precisar buscar outro local para atuar por conta de shows marcados para a arena em novembro

Lance

Lance|Do R7

O Palmeiras ainda está caminhando para a nona rodada do Brasileirão, mas já tem uma preocupação para o planejamento da reta final do campeonato. Isso porque, em novembro, o Allianz Parque está com a agenda cheia para eventos que vão conflitar com os dias de jogos do clube como mandante. O mais recente show confirmado para a arena foi do cantora Taylor Swift, que vai se apresentar nos dias 25 e 26 de novembro. Dessa forma, o Verdão teria que procurar outros locais para atuar como dono da casa.

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As datas marcadas para os shows de Taylor Swift afetariam, a princípio, dois jogos do Alviverde. O primeiro seria contra o América-MG, previsto para o dia 25 de novembro, pela 36ª rodada. O segundo, que ainda teria uma chance para acontecer no Allianz Parque, seria contra o Fluminense, previsto para 29 de novembro, pela 37ª rodada do Brasileirão, três dias após a segunda apresentação da cantora. Assim, é possível que haja tempo hábil para desmontagem do palco e preparação do gramado.

Mas os eventos marcados para o Allianz Parque não param por aí. No dia 4 de novembro está agendado o festival GPWEEK, que poderia afetar a realização do duelo com o Athletico-PR, pela 32ª rodada do Brasileirão, que está previsto para o dia 1º de novembro. A partida pode não ser realizada na arena por conta da montagem do palco, mas ainda assim é possível que haja tempo para abrigar tanto o jogo quanto o festival.

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No entanto, no dia 11 de novembro, acontece o show do cantor Roger Waters, o que certamente inviabilizará a realização da partida contra o Internacional, prevista para o dia 12, pela 34ª rodada do Brasileirão. Dessa forma, não haverá tempo hábil para desmontagem de palco.

Para essas ocasiões, o Palmeiras tem recorrido ao Morumbi neste ano. Em duas oportunidade em que não foi possível utilizar o Allianz Parque, o Verdão utilizou o estádio do São Paulo depois de um acordo de reciprocidade firmado entre os presidentes dos dois clubes. Isso aconteceu contra o Santos, pelo Paulistão, e depois contra o Cerro Porteño, pela Libertadores. Já o Tricolor usou a arena alviverde contra o Água Santa, no estadual.

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Neste momento, Palmeiras e WTorre, empresa que gere o estádio até 2044, está vivendo uma relação conflituosa, principalmente por dois assuntos que tem assumido o protagonismo do noticiário. O primeiro é uma dívida que o Verdão alega que a gestora não paga desde 2015, algo que se tornou caso de polícia, pois foi aberto um inquérito para apurar possíveis crimes de apropriação indébita.

Além disso, as partes entraram em divergência por conta da instalação da biometria facial para acesso na arena em dias de jogos. O Palmeiras, que já havia implementado a tecnologia em todos os setores pelos quais é responsável pelos ingressos, determinou que os setores em que a WTorre comercializa os bilhetes também passarão a ter entrada por identificação facial, caso os clientes não entrem no sistema, ficarão fora do jogo deste domingo ($), contra o Coritiba. A empresa, por sua vez, queria mais tempo para validar a plataforma e migrar os torcedores para o novo modelo, o que gerou uma troca de comunicados oficiais nos últimos dias.

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