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Nova gestão do São Paulo olha para 'regra de ouro' e corte de gastos; entenda

Diretoria tem olhado para saúde financeira após saída de Casares

Lance

Lance|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A nova gestão do São Paulo, liderada por Harry Massis, foca em corte de gastos e na implementação da 'Regra de Ouro' para controle financeiro.
  • Economias iniciais já totalizam cerca de R$ 4 milhões, com a folha salarial reduzida em mais de R$ 20 milhões anualmente.
  • A revisão de contratos comerciais resultou na rescisão com a FGoal e nova parceria com a GSH, visando melhores condições financeiras.
  • A diretoria busca regularizar pagamentos em atraso e aumentar receitas com novos patrocinadores para equilibrar as finanças do clube.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Gestão de Harry Massis no São Paulo propõe corte de gastos Divulgação/Harry Massis Júnior

A gestão de Harry Massis completou três meses à frente do São Paulo, com foco claro em corte de gastos e na implementação da chamada “Regra de Ouro”, voltada ao controle mais rígido das finanças.

Entre as prioridades do dirigente estão a revisão de contratos comerciais e a eliminação de benefícios internos, como o uso de cartão corporativo, que havia sido alvo de polêmica na gestão anterior por despesas sem justificativa.


Os primeiros resultados já apareceram. No mês inicial, o clube economizou cerca de R$ 4 milhões e fechou janeiro com um desempenho R$ 11 milhões acima do previsto no orçamento. Outro ponto de atenção foi a folha salarial, que teve redução superior a R$ 20 milhões por ano, mesmo com a chegada de reforços para o elenco.

São Paulo implanta ‘Regra de Ouro’


O clube tem lidado com a chamada “Regra de Ouro”. Basicamente, uma estratégia voltada justamente para o equilíbrio de gastos.

A ideia é ter um controle mais rigoroso dos gastos em todos os departamentos do clube. No campo comercial, a revisão de contratos resultou na rescisão com a FGoal, após suspeitas de irregularidades, e na assinatura de um novo acordo com a GSH, considerado mais vantajoso.


O São Paulo também tem tentado lidar com os pagamentos em atraso. Antes, era considerado comum que direitos de imagem e outros valores atrasassem em até três meses. A ideia da diretoria é manter os atrasos em dia, mantendo também negociações em andamento com possíveis patrocinadores. A expectativa é que, com o aumento destas receitas aliado aos cortes, o São Paulo consiga melhorar o fluxo de caixa e avançar no processo de reequilíbrio financeiro.

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