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No The Noite, Rodinei conta histórias da época de Flamengo e bastidores de título do Olympiacos

Jogador também entrou na brincadeira durante o programa por conta do seu apelido

Lance

Lance|Do R7

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Por onde passa ao longo da carreira, Rodinei chama a atenção. Não apenas pelo bom futebol, mas também por conta do carisma. Convidado do The Noite desta segunda-feira (10), o lateral esbanja toda a sua habitual simpatia e fala a respeito do título histórico, que acaba de conquistar pelo Olympiacos, da Grécia.

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- Fizemos história lá. Somos como reis, heróis… Para o povo grego foi como ganhar uma Copa do Mundo. São 100 anos de Olympiakos e eles nunca tinham chegado nem a uma semifinal de campeonato europeu. Nós fomos até a final e ganhamos - afirma, em alusão a recente conquista da Conference League, no último mês.

Ao lado de seus atuais companheiros visto como herói, o jogador diz que tem sido difícil andar na rua por conta do assédio.

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- O grego é um povo diferente. O brasileiro é muito carinhoso, mas eles chegam te beijando, abraçando, reverenciando. Como se fosse um rei mesmo.

No Brasil, Rodinei fez história vestindo a camisa do Flamengo, onde conquistou duas Libertadores (2019 e 2022), uma Copa do Brasil (2022) e um Campeonato Brasileiro (2019). O primeiro título continental, inclusive, foi comemorado efusivamente pelo lateral.

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- A primeira final que ganhamos, em 2019, estava engasgada. Cheguei ao Flamengo em 2016 e não tinha ganhado nada até então. Quando ganhamos, não poderia deixar ninguém dormir. O Filipe Luís, Diego, todos querendo dormir e eu na orelha dos caras mandando acordar… Campeão da Libertadores, sonho de criança. Não é todo dia que você vai ser campeão - declara.

Outro momento que Rodinei guarda com carinho especial é a cobrança de pênalti decisiva que garantiu a conquista da Copa do Brasil sobre o Corinthians.

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- Essa história é boa. A gente treina antes do jogo, é normal, para se for para os pênaltis todos estarem preparados. No meu primeiro, chutei lá no sítio, mal demais, nervoso. Aí o Dorival falou: ‘Amanhã o Rodinei vai chutar o tiro de meta’. Bati outra no treino e foi no sítio de novo. Aí ele falou: ‘Amanhã o Rodinei nem chuta, de jeito nenhum’. Mas, no jogo, papai do céu falou: ‘Vai para os pênaltis’… Sobrou para mim a sétima cobrança e a cabeça estava como? Não estava com medo, mas fiquei com um pouco de insegurança. Você vai caminhando e quem você olha no gol? Aquela muralha, com aquele rosto privilegiado (risos). 70 mil torcedores falando: ‘Vai Rod!’. Dei uma olhadinha para o Dorival e falei: ‘Sou eu, deixa comigo’. Bati e fiz - recorda.

Apesar do carinho, Rodinei prefere não pensar se no futuro ainda voltará a vestir a camisa rubro-negra como atleta. “Sou o tipo de jogador que vivo cada dia… Não penso se vou voltar depois para o Flamengo ou para outro time do Brasil. Aproveito o momento e o que eu estou vivendo na Grécia é incrível”, finaliza.

Como não poderia deixar de ser, a conversa com Danilo Gentili também tem vários momentos de descontração, como quando, aproveitando o seu apelido de Rodilindo, é sincero ao dizer se é mais bonito que outros jogadores, como Alisson, Cristiano Ronaldo, Neymar e Beckham.

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