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Luiz Alano vibra com atual fase da carreira na TV aberta: 'Meu melhor momento como narrador'

Jornalista vai transmitir as finais da Europa League e Conference League pelo SBT

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Lance|Do R7


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O narrador Luiz Alano vai narrar as finais da Europa League e Conference League pelo SBT (Divulgação/SBT)

Luiz Alano será o responsável por transmitir as emoções das finais da UEFA Europa League, entre Sevilla e Roma, e UEFA Conference League, entre West Ham e Fiorentina, pelo SBT. Em entrevista exclusiva ao Lance!, o narrador comentou sobre a experiência de poder trabalhar na cobertura de uma final europeia na TV aberta.

O locutor já era conhecido do público por narrações em canais fechados e na rádio. No entanto, nos últimos anos ganhou um maior destaque ao participar das transmissões da Copa Libertadores e das competições europeias pelo SBT. Alano não esconde a felicidade com o feito e comemora o momento da carreira.

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- O SBT me proporcionou grandes momentos na minha carreira com narrações de Libertadores, Copa América, UEFA Champions League, UEFA Europa League em TV aberta, isto é, alcançando um público nacional. Muitos ainda não me conheciam por conta da minha carreira em TV fechada e no rádio. É inegável que vivo o meu melhor momento como narrador, mas eu sempre vou querer mais. A narração é o que mais gosto de fazer como jornalista e comunicador - disse o narrador.

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Favoritismo de cada decisão

As duas competições europeias chegam a grande decisão e prometem entregar dois grandes jogos para os telespectadores. Alano não ficou em cima do muro ao palpitar sobre o resultado das duas finais e destacou os principais pontos positivos de cada time para os confrontos.

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O narrador vê o Sevilha como grande concorrente ao título da Europa League devido a tradição na competição, mas não descarta o poder da tradicional Roma, treinada pelo multicampeão José Mourinho. Na decisão da Conference League, o locutor aponta um pequeno favoritismo para a Fiorentina contra o West Ham.

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- O Sevilla eliminou Manchester e Juventus com muita autoridade nas quartas e semifinal, é um time copeiro, acostumado a grandes jogos. É um hexacampeão da competição e o grande favorito. Mas quando se enfrenta um time treinado por Mourinho em uma final, tem que respeitar (...) O West Ham não fez uma boa Premier League, ficou em 14º lugar, somente seis pontos acima do Leicester, que foi rebaixado. A Fiorentina fez uma campanha sólida no Italiano, sempre brigando entre os 10 primeiros. Vejo muito equilíbrio, mas com o diferencial de um goleador em grande fase na Fiorentina, Arthur Cabral. Então, acho que é 51% a 49% para o time italiano - opinou.

A final da Europa League acontece nesta quarta-feira, às 16h, no estádio Puskás Aréna, em Budapeste, na Hungria. Já a decisão da Conference League ocorre no dia 7 de junho, na Eden Arena, em Praga, na República Tcheca.

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Veja a entrevista completa abaixo:

1 - Assim como muitos narradores, você também iniciou a carreira narrando partidas de futebol através do rádio. Em termos de narração, o quanto você julga ser diferente o modelo de transmissões do rádio para a TV?

Comecei no rádio em 1991 e já estou como narrador de TV há um bom tempo. Sinto saudades da rádio, mas, atualmente, estou mais focado nas transmissões pela TV. Penso que, hoje em dia, as transmissões pela TV estão mais parecidas com o pique do rádio, isto é, mais dinâmicas, com muita informação e uma narração mais descritiva e detalhista do que há vinte ou trinta anos. Mas, claro, são veículos diferentes. A transmissão de TV fornece um elemento visual, permitindo que os espectadores vejam a partida em tempo real e o narrador acrescente com o seu estilo, sendo um condutor do evento, levando ao público o clima do jogo e acrescentando detalhes do ao vivo e reprises.

No rádio, a transmissão é completamente auditiva, dependendo da narração e dos comentários dos locutores para fornecer uma descrição detalhada do que está acontecendo. O narrador do rádio é mais exigido no quesito detalhes para levar ao público a noção do jogo.

2 - Este ano tivemos grandes times da Europa competindo na Europa League, como Barcelona, Manchester United, Ajax, Juventus e Arsenal. Equipes acostumadas a disputar em outra prateleira europeia, a Champions League. Você considera uma surpresa uma final entre Sevilla e Roma para esta temporada?

Quando lembramos que times como Barcelona, Arsenal, Juventus e Manchester United jogaram a competição, podemos pensar que essa final é uma surpresa. Mas quando tem um Sevilla, o maior campeão da Europa League, que eliminou Juventus e Manchester, e tem uma áurea vencedora na competição, não. E o adversário, a Roma, embora não seja um dos gigantes da Europa, é um clube tradicional e que tem ainda em seu técnico José Mourinho, um super vencedor de ligas europeias. A final está em boas mãos.

3 - Na grande decisão temos dois times com histórico distante na competição. A Roma busca o primeiro título da Europa League, já o Sevilla é o maior vencedor da competição e sonha com o sétimo caneco. Você acredita que o histórico da equipe espanhola pode apontá-la como favorita neste ano?

Sem dúvida. O Sevilla eliminou Manchester e Juventus com muita autoridade nas quartas e semifinal, é um time copeiro, acostumado a grandes jogos. É um hexacampeão da competição e o grande favorito. Mas quando se enfrenta um time treinado por Mourinho em uma final, tem que respeitar.

4- A Conference League é uma nova competição desenvolvida pela UEFA. O quanto você acha que o público do futebol já se acostumou com este novo torneio? Qual o nível que você vê os fãs do esporte, principalmente os brasileiros, engajados com esta competição?

O público brasileiro ainda está conhecendo a Conference. A competição é nova e não recebe tanta atenção da mídia e público em suas fases iniciais. Mas, quando se trata de uma final europeia, podemos esperar um grande jogo, foi assim ano passado com a Roma campeã. Além disso, agora, diferente da final de 2022, que eu narrei no SBT, temos brasileiros como destaques dos dois lados: Lucas Paquetá, no West Ham, e Arthur Cabral, artilheiro da competição, na Fiorentina. Para mim, inclusive, é um jogador que já merece uma chance na Seleção. Enfim, não são times protagonistas em seus países e nem acostumados com essa pressão, mas contam com bons jogadores que defendem seleções. Por si só, isso já garante uma final de bom nível.

5 - O último grande título de expressão da Fiorentina foi a conquista da Copa da Itália, em 2001. De lá para cá, foram 22 anos sem levantar uma taça. O West Ham não foge muito deste padrão. O último título da equipe inglesa foi em 1999, a Copa Intertoto, que adotava modelos semelhantes a Conference League. O quanto você julga importante este título para as duas equipes? Existe algum favorito?

As duas equipes convivem com status de coadjuvantes em seus países e, claro, querem voltar ao protagonismo. O título da Conference muda o patamar do vencedor, garante vaga na Liga Europa e aumenta o investimento para a próxima temporada. O West Ham não fez uma boa Premier League, ficou em 14º lugar, somente seis pontos acima do Leicester, que foi rebaixado. A Fiorentina fez uma campanha sólida no Italiano, sempre brigando entre os 10 primeiros. Vejo muito equilíbrio, mas com o diferencial de um goleador em grande fase na Fiorentina, Arthur Cabral. Então, acho que é 51% a 49% para o time italiano.

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