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Lucas Verthein e o orgulho pelo desempenho na etapa da Copa do Mundo de Remo

Brasileiro termina no 13º lugar após cair na bateria mais pesada das quartas de final da competição

Lance|

Lucas Verthein retornou nesta terça-feira (09/05) de Zagreb, na Croácia, onde disputou o primeiro de três eventos da Copa do Mundo de Remo, no Single Skiff. Se o resultado final não foi o esperado, seu desempenho o encheu de orgulho. E não é difícil entender o porquê. Com o tempo que fez nas quartas de final, fase em que acabou eliminado, ele teria ficado entre os seis melhores da competição e brigado por medalha. O problema – e por consequência das eliminatórias – foi ter caído numa bateria que acabou sendo a mais pesada e equilibrada.

Nas quartas de final, os 24 melhores remadores das eliminatórias foram divididos em quatro baterias com seis atletas cada. Assim, avançavam para as semifinais os três melhores de cada chave. E quis o destino que os quatro melhores tempos desta fase saíssem justamente da bateria de Lucas Verthein, que acabou em quarto lugar, mas chegando praticamente junto com o sérvio Nikolaj Pimenov (06:56.01), o dinamarquês Bastian Secher (06:56.31) e o espanhol Gonzalo Garcia Ferrero (06:56.98). O brasileiro fez 06:57.10.

- Fiz uma boa eliminatória, me classifiquei com um dos melhores tempos para as quartas de final do mesmo dia e, infelizmente, caí numa bateria muito pesada. Para se ter ideia, dos seis, quatro cruzaram a linha de chegada praticamente juntos, com os mesmos tempos. Foi menos de um segundo de diferença. E o tempo que fiz acabou sendo o quarto melhor dentre os 24 das quartas de final. Na minha chave, portanto, foram os quatro melhores tempos. Mas como só avançam os três primeiros de cada bateria, acabei ficando fora das semifinais e fui disputar a final C - relatou Verthein.

Foi um duro golpe para o remador brasileiro, que sabia que poderia chegar muito mais longe em Zagreb. No dia seguinte, no sábado, já na disputa da final C, o tempo que fez foi superior ao da maioria daqueles que disputavam as duas semifinais e lutavam pelas seis vagas na final A. Ele venceu com o tempo de 07:03.03, uma marca melhor do que sete dos 12 semifinalistas, e terminou a etapa da Copa do Mundo no 13º lugar geral.

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- Foi difícil pra mim, porque sabia que tinha totais condições de estar na semifinal e brigar de igual. Poderia estar no Top 6 da Copa do Mundo. O sérvio que ganhou minha bateria nas quartas acabou sendo medalha de bronze. E o dinamarquês e o espanhol, os outros dois que fizeram praticamente o mesmo tempo que eu, também estavam na final, para se ter uma ideia do alto nível das minhas quartas. Acontece, faz parte, e sei que estou no caminho certo. Tudo isso me motiva a treinar cada vez mais- finalizou.

O foco de Lucas ainda está na classificação rumo aos Jogos Olímpicos de Paris-2024, que vai buscar de 3 a 10 de setembro, no Mundial em Belgrado (SER), e em vencer os Jogos Pan-Americanos do Chile, de 20 a 25 de outubro. Além disso, ainda está se programando para disputar as outras duas etapas da Copa do Mundo, em Varese (ITA), de 16 a 18 de junho, e em Lucerne (SUI), de 7 a 9 de julho.

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