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Justiça suspende pedido do Palmeiras por garantia de dívida milionária da WTorre

Real Arenas, braço da construtora, conseguiu que a Justiça acatasse solicitação para suspender ação do Verdão

Lance

Lance|Do R7


Mais um capítulo da briga judicial entre Palmeiras e WTorre aconteceu nesta quarta-feira (9), quando a Justiça acatou o pedido da empresa por suspender a solicitação de garantia que o clube exigiu por conta da dívida cobrada junto à construtora relacionada às receitas não repassadas desde 2015. Os valores estão na casa de R$ 136 milhões.

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A ação do Verdão na Justiça se deu para que se pudesse comprovar a capacidade da Real Arenas, braço da WTorre na gestão do Allianz Parque, de pagar os valores devidos segundo aponta o clube. O movimento alviverde aconteceu em junho, quando foi dado um prazo para a empresa responder sobre o tema. Alguns dias depois, o juiz do caso pediu mais tempo para analisar a situação e agora acabou suspendendo de vez.

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Em comunicado enviado pela Real Arenas, a empresa reforça que o tema deveria estar em segredo de Justiça e ser debatido na Câmara de Arbitragem.

- A Justiça suspendeu o pedido de garantia de R$ 130 milhões, solicitado pelo Palmeiras, contra a Real Arenas. Os termos da decisão seguem em segredo de justiça. A empresa reafirma que os temas comerciais referentes aos créditos e débitos de ambas as partes seguem em discussão em arbitragem, que é o foro adequado de acordo com a escritura que rege a relação comercial entre as partes - diz o texto da gestora.

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O Palmeiras opta por não comentar o assunto de forma oficial. Mas nos bastidores esse movimento da Real Arenas é considerado uma forma de arrastar o caso e não pagar o valor devido, o qual o clube considera ser incontroverso. Ainda assim, os dirigentes do Verdão seguem dispostos a buscarem seus direitos nos foros adequados.

+ Justiça estabelece prazo para a WTorre pagar dívida milionária ao Palmeiras

Segundo o contrato selado entre o Verdão e a WTorre, o clube tem direito a receber percentuais que crescem gradativamente ano a ano do acordo de exploração do estádio. Ou seja, parte das receitas referentes a exploração de áreas da arena, camarotes, realização de shows, locação de cadeiras e até naming rights devem ser direcionadas aos cofres do Alviverde, algo que não tem acontecido.

A última vez que a WTorre fez o repasse desses valores foi em junho de 2015, há quase oito anos. Foram apenas sete meses em que o acordo foi cumprido: novembro e dezembro de 2014, e entre janeiro e junho de 2015, com exceção do mês de maio. De lá para cá, o Palmeiras nunca mais viu os valores. Em 2017, quando o Alviverde entrou na Justiça, o valor era de R$ 15 milhões. Até março de 2023, a quantia já estava em quase R$ 128 milhões.

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