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Jogador banido do futebol pelo STJD se vende como garoto-propaganda nas redes sociais

Volante é um dos denunciados pelo Ministério Público de Goiás na Operação Penalidade Máxima

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Lance|Do R7

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Lance Gabriel Tota deixou o Juventude após virar réu no caso de manipulação em apostas (Foto: Fernando Alves / E.C.Juventude)

Gabriel Tota, banido do futebol pelo STJD e réu na Operação Penalidade Máxima, chefiada pelo Ministério Público de Goiás, apareceu nas redes sociais. Em vídeo no Instagram, o atleta convidou seguidores e marcas a pagarem para anunciar no seu perfil.

A investida do jogador aconteceu durante a tarde desta segunda-feira. Ele destacou a quantidade de acessos e visualizações do próprio perfil para instigar o interesse de possíveis novos patrocinadores.

+ CPI da Manipulação de Resultados solicita a convocação de dirigentes de clubes e de federações; veja novos nomes chamados!

- Quem tiver o interesse de divulgar sua marca, seu perfil, reels, qualquer conteúdo que traga benefícios para vocês também, me chama no direct e deixa uma mensagem. O preço está super acessível e vou deixar também uma foto com o meu engajamento (11,7 mil visualizações nos stories). Tem dia que bate até mais visualizações. Chama aí e tira qualquer dúvida - disse Tota, mostrando os dados de acesso da conta. Gabriel Tota faz publicação no Instagram em busca de novos parceiros (Foto: Reprodução/Instagram)

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+ Acusado de ser chefe de quadrilha de manipulação de resultados diz que jogadores o procuravam

O ex-volante do Juventude teve o contrato rescindido com o clube após ser acusado de envolvimento com uma quadrilha de manipulação de resultados. Gabriel Tota é um dos réus na Operação Penalidade Máxima, chefiada pelo Ministério Público de Goiás. O atleta já foi julgado pelo STJD e foi banido do esporte.

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A investigação do MP-GO aponta Tota como um dos jogadores que receberam dinheiro de apostadores. Ao todo, o atleta teria lucrado R$ 115 mil entre setembro e novembro do ano passado.

As autoridades apontam Tota como intermediário da quadrilha dentro do vestiário do Juventude. Ele fazia a ponte entre os membros da quadrilha e os companheiros de time. O esquema se resumia majoritariamente em manipulação de cartões, ou seja, os atletas entravam em campo tendenciosos a serem advertidos. As ilegalidades aconteceram em partidas do Campeonato Brasileiro de 2022, no ano o Juventude foi rebaixado.

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