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Hulk relembra o ‘7 a 1’: ‘Um dos piores momentos da carreira’

Para atacante do Atlético-MG, perda da Libertadores foi outra derrota marcante

Lance

Lance|Do R7

Goleada do Brasil para a Alemanha por 7 a 1, no Mineirão, na Copa 2014, é um dos piores momentos da carreira de Hulk Fabrice Coffrini/AFP

O atacante Hulk, do Atlético-MG, relembrou nesta sexta-feira (4), em entrevista ao “Charla Podcast” a humilhante derrota da Seleção Brasileira para a Alemanha por 7 a 1, no Mineirão, pela semifinal da Copa do Mundo de 2014. O jogador contou que o vestiário, após o jogo, estava parecendo um velório, e esse foi um dos piores momentos de sua carreira, ao lado da perda do título da Libertadores de 2024.

- Se você olhar o jogo, a gente criou uma jogada que o Fred quase fez o gol e se marca ali era outro jogo. De repente, a gente toma um gol e as coisas acontecem. Eu não consigo explicar, só me recordo de entrar no vestiário depois do jogo e era um ambiente de velório — contou o atacante Hulk.

Para o atacante do Atlético-MG, o técnico Luiz Felipe Scolari deveria ter optado por uma escalação mais cautelosa:

- Pra mim, a melhor opção era jogar com um a mais no meio, independentemente de quem ele tirasse na frente (Neymar estava fora, por contusão). Treinamos e a maioria dos atletas achava que ia entrar com quatro no meio contra a Alemanha, um time que envolvia muitos jogadores no meio de campo. Treinamos assim e, no final do treino, colocou o Bernard como ponta e eu do outro lado, com três atacantes. Quando chegou o jogo, na preleção, ele disse que colocaria o Bernard. Ele tava voando, é um craque como jogador e pessoa — comentou Hulk, citando o atual companheiro de Atlético-MG.


Para Hulk, outro momento marcante da carreira foi a perda da Libertadores

O atacante do Atlético-MG contou que outra derrota marcante em sua carreira foi a da final da Copa Libertadores do ano passado: 3 a 1 para o Botafogo, em Buenos Aires.


- Dois momentos que vivi no futebol que foram os piores: o 7 a 1 e a final da Libertadores. Não desrespeitando o Botafogo — parabenizo eles —, mas, com todo respeito, perdemos para nós mesmos. Quando o Gregore foi expulso, o Alex Telles tava do meu lado e disse ‘agora f….‘. A gente esperou um comando do lado de fora ainda no primeiro tempo e não veio nada — afirmou Hulk.

Para o atacante, o técnico do Galo na ocasião, o argentino Gabriel Milito, demorou para agir:

- Sem questionar o Milito, que é um cara que tenho o máximo respeito, muito bom treinador e um cara que entende muito de bola, ele pecou ali na final. Se você pegar o time que estava em campo contra o Botafogo, era o mesmo time contra o Fluminense em casa, quando a gente atropelou eles (vitória por 2 a 0, na Arena MRV). Ele jogou o Scarpa pra esquerda, eu pra direita e o Paulinho e Deyverson na frente. Na minha cabeça, quando o Gregore foi expulso, eu achei que ele ia fazer isso. A gente ia ter dois pontas, o Scarpa aberto, eu no um contra um. Tanto que, no segundo tempo, ele fez. Criamos várias chances assim — relembrou Hulk.

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