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Um mês depois: veja como Bruno Lage, à sua maneira, traça rumos para o Botafogo no Brasileiro e na Sul-Americana

Rodagem no elenco, desafios, cartadas frequentes... Lage vem trazendo peculiaridades

Futebol|Do R7


Lance
Bruno Lage: busca pelo título ao horizonte botafoguense (Foto: Vitor Silva / Botafogo)

No dia 12 de julho, Bruno Lage chegava ao Botafogo e falava em "transição pacífica" para seu comando. Gradualmente, suas peculiaridades vêm ficando evidentes na rotina da equipe alvinegra.

Metódico, o comandante não abriu mão da ideia de "rodar jogadores", e o utilizou de uma forma a valorizar o grupo que tem nas mãos. Após o empate em 0 a 0 com o Guaraní, do Paraguai, Lage afirmou que "todos são titulares". Isto reflete na série de jogadores que vem lançando em campo (veja abaixo).

Até o momento, o português traçou alguns parâmetros para o Glorioso lidar com a rotina exaustiva deste período na temporada. O mais evidente passa pela meta. Lucas Perri continua a ser titular em jogos no Brasileiro. No entanto, Gatito Fernández é quem vem entrando em campo em jogos na Copa Sul-Americana. No empate em 1 a 1 com o Patronato, o paraguaio voltou a ficar debaixo das traves depois de cerca de oito meses.

CLASSIFICAÇÕES, VANTAGEM MANTIDA E... MUITA TENSÃO

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Nos seis jogos disputado até o momento, o Botafogo obteve duas vitórias (uma goleada por 4 a 1 sobre o Coritiba, pelo Brasileirão e um 2 a 1 sobre o Guaraní). Porém, a equipe conseguiu um feito com Bruno Lage: ao levarem a melhor no Nilton Santos diante dos paraguaios, os botafoguenses conseguiram pela primeira vez no ano uma vitória de virada.

Os outros quatro resultados foram de igualdade. Em sua estreia, houve um 1 a 1 com o Patronato, da Argentina, e a classificação garantida para as oitavas de final a Copa Sul-Americana. O placar mais recente também levou a vaga: um suado 0 a 0 com o Guaraní, do Paraguai. no Defensores del Chaco.

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Pelo Brasileirão, o Botafogo também ratificou sua postura aguerrida ao arrancar, no limite, o empate em 2 a 2 com o Santos na Vila Belmiro. E, diante do Cruzeiro, a equipe segurou um 0 a 0. O placar diante da Raposa teve um gosto ainda mais forte: os resultados da rodada deixaram a equipe a 13 pontos do vice-líder Flamengo. A equipe ampliou sua invencibilidade para 15 jogos com o empate sem gols diante do Guaraní, no Paraguai.

PORTO SEGURO

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Adryelson e Lucas Perri: símbolo do bom momento do Glorioso (Foto: Vitor Silva / Botafogo)

Mesmo sofrendo gols em algumas partidas, no momento a defesa tem se tornado a maior força do Botafogo para garantir seus bons resultados, principalmente em atuações inspiradíssimas de Adryelson. Além disso, a equipe tem contado com a grandiosa fase do goleiro Lucas Perri para seguir com uma boa fase no Campeonato Brasileiro.

Porém, a equipe ainda tem poucas opções para compensar ausências. Philipe Sampaio teve de atuar ora com Adryelson, ora com Cuesta no decorrer das rodadas.

Tchê Tchê segue com prestígio sob o comando de Bruno Lage. O camisa 6 foi o único a ser titular em todas as partidas. E, diante do Santos, arriscou-se a atuar mais avançado, como um terceiro homem de meio de campo.

COM VOTO DE CONFIANÇA

O treinador também vem indicando cartadas que tende a utilizar com mais frequência. Nas graças da torcida, Matías Segovia vem recebendo mais oportunidades em campo e chegou a ser titular em duas partidas. Além disso, entrou nas outras quatro.

Antes descartado, Gustavo Sauer está bem cotado com Lage. O atleta acirra a disputa para atuar pelas pontas ou até no meio. Outro jogador que vem recebendo algumas chances é Lucas Fernandes.

Uma das novidades da janela, Diego Hernández foi testado na Copa Sul-Americana. O uruguaio também indica que pode ganhar espaço.

O jovem Janderson passou a ser o nome com mais espaço para lutar pela titularidade no ataque do Botafogo. O jovem foi bem em partidas pela Copa Sul-Americana e, após ter entrado no decorrer dos jogos no Brasileirão, tem chance de ser titular diante do Internacional no NIlton Santos.

DESAFIOS PELA FRENTE

O Botafogo, porém, ainda tenta se desvencilhar de algumas situações desafiadoras. Eduardo se torna crucial para a articulação nas jogadas mas, em algumas partidas, quando o camisa 33 é bem marcado, a equipe não consegue fazer com que a bola chegue com precisão ao ataque.

O técnico Bruno Lage propõe variações e vem alternando principalmente entre Gustavo Sauer e Júnior Santos a busca por dividir as ações ofensivas com o meio-campista. Outra dor de cabeça passa pela ausência de Tiquinho Soares nas próximas semanas.

O Alvinegro testou Júnior Santos mais centralizado no início do jogo com o Guaraní. Diante do Internacional, Janderson deve receber uma chance. No entanto, a possibilidade de deslocar Eduardo para o ataque foi tentada ainda durante o empate com o Cruzeiro, escalando Lucas Fernandes ou Sauer como titular. Lage ainda conta com Carlos Alberto como opção ofensiva e terá à sua disposição o recém-contratado Valentín Adamo.

No confronto com o Cruzeiro, o treinador reconheceu que houve desafios para a equipe conseguir criar. E, em especial, conseguir manter uma sequência de jogos perante a baixa do principal artilheiro, Tiquinho Soares, e em meio a tantas idas e vindas planejadas por Lage.

Neste sábado (12), o Botafogo vai a campo contra o Internacional no Nilton Santos, às 21h.

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