Futebol Temporada do Corinthians registra o pior retrospecto na Arena desde a inauguração; confira os números

Temporada do Corinthians registra o pior retrospecto na Arena desde a inauguração; confira os números

Pela primeira vez desde a inauguração do estádio, o aproveitamento do Timão foi inferior a 60%

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Pela primeira vez o aproveitamento do Corinthians jogando na Neo Química Arena foi inferior a 60%. O empate em 0 a 0 contra o Vasco, neste domingo (21), pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro foi o último jogo do Timão em casa na temporada. No total, foram 29 jogos, com 13 vitórias, 10 empates e seis derrotas, com percentual de 56,32% dos pontos conquistados.

A marca negativa superou justamente 2019, quando o Timão já havia registrado um aproveitamento de 61,40%. Os registros demonstram queda desde 2015.

O estádio corintiano foi inaugurado em maio de 2014. Salvo esse ano, em que o Corinthians teve a sua arena apenas parte do ano esportivo, a atual temporada foi a única que o Timão jogou menos de 30 vezes na sua casa. E ainda que no ano na inauguração, apenas 18 jogos haviam sido realizados em Itaquera, frente a 29 deste ano, o número de vitórias foi bem próximo, 12 em 2014 e 13 em 2020.

Além dos recordes negativos citados, o Corinthians este ano teve o menor saldo de gols na Neo Química Arena, além do maior número e média de gols sofridos. Foram 41 gols marcados, 29 sofridos, saldo de 12 tentos, média de um sofrido e 1,41 marcados jogando em casa.

Em entrevista coletiva concedida após o último jogo em casa do Timão na temporada, o técnico Vagner Mancini pontuou a ausência da torcida, por conta da pandemia do novo coronavírus, como muito prejudicial para os atletas em campo.

- É uma situação diferente, a gente está vivendo hoje no planeta uma vida diferente, a pandemia fez com que a gente tivesse que jogar em estádios que não tem público, e a gente tem que se adaptar a isso - apontou o treinador.

Confira o aproveitamento anual do Corinthians jogando na Neo Química Arena desde a sua inauguração:

2014: 75,93%
2015: 80,00%
2016: 78,43%
2017: 69,61%
2018: 62,86%
2019: 61,40%
2020: 56,32%

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