Logo R7.com
Logo do PlayPlus
R7 Esporte - Notícias sobre Futebol, Vôlei, Fórmula 1 e mais
Publicidade

São Paulo x Corinthians: times apostam na base e garotos podem ser decisivos por vaga à final da Copa do Brasil

Beraldo x Murillo, Pablo Maia x Moscardo... jovens formados pelos semifinalistas chegam em condições importantes em um...

Futebol|Do R7


Lance
Berlado e Murillo são destaques dos setores defensivos de São Paulo e Corinthians, respectivamente (Foto: Arte/Lance!)

A decisão entre São Paulo e Corinthians, pela semifinal da Copa do Brasil, será marcada também pelo encontro das mais jovens gerações do futebol nacional. De um lado, as Crias de Cotia, formadas na base do Tricolor e que, em pouquíssimo tempo como profissionais, já se tornaram peças essenciais do clube - algo que está sendo comum há algumas temporadas. Do outro, os Meninos do Terrão, formados na base do Timão, e que com Vanderlei Luxemburgo, começaram a ganhar cada vez mais confiança e espaço no elenco. 

Da defesa até o ataque, grandes nomes do clássico que promete ser um dos maiores do ano surgem. De Beraldo e Murillo a Juan e Wesley, é fato: a molecada está chegando com tudo para a decisão.

+ Cupom LANCEFUT com 10% OFF para os fanáticos por esporte em compras acima de R$299,90

AS CRIAS DE COTIA

Publicidade

Um aspecto de notável destaque nesta temporada para o São Paulo é a significativa contribuição dos garotos revelados em Cotia. Jogadores que têm desempenhado um papel fundamental em diferentes posições, reforçando os mais variados setores da equipe, mesmo estando entre os profissionais há pouco menos de dois anos. Alguns, inclusive, estrearam somente neste ano. Esse fluxo de talentos da base tem sido uma fonte crucial de sucesso para o Tricolor.

Um exemplo emblemático dessa influência da base é a ascensão de Beraldo, que assumiu a titularidade na zaga. Beraldo vem demonstrando maturidade e qualidade em sua atuação, solidificando a defesa e fortalecendo a solidez da equipe. Inclusive, desde a lesão de Ferraresi, se consolidou como dupla de Arboleda e até olhares de outros países já acendeu.

Publicidade

Também no setor defensivo, a lesão de Caio abriu espaço para o retorno de Welington na lateral esquerda. Mais uma vez, a base do São Paulo mostrou a sua importância, proporcionando soluções internas para as adversidades que surgem ao longo da temporada. Welington, com sua versatilidade, não apenas preenche uma lacuna, mas também ressaltou a profundidade e qualidade das opções que a base tricolor oferece.

+ Assista aos jogos do seu clube do coração com aquela gelada! Copo Stanley a partir de R$120,00

Publicidade

Além disso, no meio de campo, dois nomes ganharam destaque como peças essenciais: Rodrigo Nestor e Pablo Maia. Ambos oriundos das categorias de base, eles têm demonstrado visão de jogo, controle da bola e capacidade de influenciar a dinâmica no setor intermediário, tornando-se pilares na construção das jogadas e no equilíbrio tático do time. Pablo Maia, inclusive, se destacou recentemente em uma decisão pela Copa do Brasil, nas penalidades contra o Sport, quando converteu o último das cobranças.

A base do São Paulo tem sido um ativo crucial para o sucesso da equipe nesta temporada. Com jogadores que surgiram em Cotia e se consolidaram como titulares em várias posições-chave, o clube não apenas demonstra sua habilidade em desenvolver talento interno, mas também reforça sua identidade e tradição de promover jovens jogadores que se tornam pilares do time, com confiança até mesmo para grandes decisões, como a que se aproxima contra o Corinthians.

MENINOS DO TERRÃO

Quando os atletas mais velhos do elenco começaram a se machucar, a base corintiana voltou a aparecer. Essa era a estratégia do clube alvinegro no início da atual administração, mas que se perdeu com o tempo e os investimentos e medalhões. 

A chegada do técnico Vanderlei Luxemburgo foi crucial para que atletas que vez ou outra apareciam entre os relacionados começassem a ganhar chances mais recorrentes. Alguns deles se tornando até mesmo titulares 

Hoje, o Timão tem o zagueiro Murillo, o volante Gabriel Moscardo, e os atacantes Adson e Wesley se não como bases do time titular, atletas com presença constante da equipe alvinegra. Desse grupo, apenas Adson vinha tendo regularidade nas últimas temporadas. 

Murillo e Moscardo iniciaram as suas trajetórias entre os profissionais neste ano. O primeiro, teve as suas primeiras oportunidades alguns jogos antes da chegada de Luxa. Mas foi através do atual treinador que se consolidou como o dono da zaga corintiana pelo lado esquerdo, formando dupla com o experiente Gil, que faz a direita. Já o segundo foi totalmente garimpado por Vanderlei, entrou no segundo tempo do último jogo do Corinthians na Libertadores, contra o Liverpool, do Uruguai, quando o clube já estava eliminado, encheu os olhos da comissão técnica, e no jogo seguinte já havia se tornado titular, não só do time alternativo, mas da força máxima. 

Wesley até havia tido algumas chances com Vítor Pereira no ano passado, mas foi com Luxemburgo que o atleta foi promovido de vez ao elenco profissional - embora tivesse sido emprestado para o disputar um jogo de quartas de final do Brasileirão Sub-20, até como forma disciplinar. Com a saída de Róger Guedes para o Al-Rayyan, do Qatar, o garoto surge como um dos principais postulantes à titularidade pelo lado esquerdo do ataque. Ele também tem se mostrado decisivo, já que foi o autor do gol que classificou o Timão às quartas de final da Copa Sul-Americana, contra o Newell’s Old Boys, da Argentina, por exemplo. 

Fora esses atletas também há outros jovens no Corinthians que, embora não sejam titulares ou não briguem tanto pela condição, possuem a sua importância na composição do elenco. É o caso do zagueiro Caetano e do atacante Biro, por exemplo. 

O meia Ruan Oliveira é outro exemplo da aposta corintiana na juventude que deu certo. Ele não é formado exatamente pela base corintiana, embora tenha jogado algumas vezes pelo sub-20 quando chegou do Metropolitano, time de Santa Catarina, em 2020, mas foi bancado por Luxemburgo mesmo após quase três anos sem jogar, tendo realizado três cirurgias no joelho neste período.

*Izabella Giannola colaborou sob supervisão de Fábio Lázaro

Últimas

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.