Futebol Rigoni visita o CT do São Paulo, reencontra Benítez e fala sobre novo clube: 'Foi muito fácil tomar a decisão'

Rigoni visita o CT do São Paulo, reencontra Benítez e fala sobre novo clube: 'Foi muito fácil tomar a decisão'

O novo contratado jogou ao lado de Benítez no Independiente, da Argentina, e agora volta a encontrar e jogar ao lado de seu amigo vestindo a camisa do Tricolor

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O novo contratado do São Paulo, Emiliano Rigoni, foi recibo por seu amigo Martín Benítez nesta sexta-feira (28), no CT da Barra Funda. Os dois jogaram juntos no Independiente, da Argentina, e agora se reencontram no Tricolor.

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O meia-atacante já havia visitado o CT na tarde de quinta-feira (27), no mesmo dia em que desembarcou no Brasil, na manhã desta sexta-feira, o atleta passou por exames físicos no local.

O novo atacante do São Paulo contou que Martín Benítez e o preparador da comissão de Crespo, Alejandro Kohan, que trabalhou com os dois jogadores no Independiente, foram importantes para a negociação.

- Falei com Martín antes de vir, já nos conhecíamos do Independiente. Conversei também com o profe Ale Kohan, com quem também trabalhei lá. Me deram ótimas referências do clube, do elenco. Foi muito fácil tomar a decisão, porque aqui tem pessoas que eu conheço e sei como trabalham - disse Rigoni.

Em 2017, Rigoni, Benitez e Kohan conquistaram a Copa Sul-Americana. O novo contratado do São Paulo, porém, deixou a equipe poucos meses antes da conquista da taça, indo para o Zenit, da Rússia. Depois, passou pelo futebol da Itália, defendendo a Atalanta e a Sampdoria e ainda jogou na Espanha, pelo Elche, seu último clube antes de fechar com o Tricolor.

Rigoni contou que viu o time enquanto estava no Elche e ficou contente com o que viu.

- Eu assisti à final do Paulista. Era muito tarde na Espanha, mas era uma final, queria acompanhar. Fiquei muito feliz, porque chegar com um título vencido pelos meus companheiros é muito bom, isso deixa o ambiente leve e ratifica o trabalho que todos estão fazendo aqui - falou o meia-atacante.

O argentino de 28 anos comentou sobre a sensação de trabalhar com um ídolo de seu país, o ex-atacante e atual treinador do São Paulo, Hernán Crespo, que o recebeu no CT.

-Para nós, argentinos, Hernán é uma referência. Ele marcou uma época na seleção, todos sabemos o que ele fez como jogador e agora como técnico está fazendo coisas muito bem também, inclusive aqui no São Paulo. Foi uma motivação ainda maior para vir - afirmou.

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