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O que explica a queda de rendimento do Fluminense? L! lista possíveis fatores

Tricolor vem de dois jogos sem marcar e acende sinal de alerta para sequência na temporada

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O recorte é curto, mas é possível identificar uma queda de rendimento do Fluminense nos últimos três jogos. Desde a vitória sobre o Cruzeiro, pela quinta rodada do Brasileirão, o time de Fernando Diniz não consegue repetir o nível de atuações que vinha mantendo na temporada.

As partidas que acendem o sinal de alerta no Tricolor foram a vitória sem brilho sobre o Cuiabá, o empate sem gols contra o Flamengo, na Copa do Brasil, e a derrota de 1 a 0 para o Botafogo, no último sábado, pelo Brasileirão.

+ ANÁLISE: Fluminense não consegue se adaptar ao jogo e tem pior atuação ofensiva em 2023

Abaixo, o LANCE! lista fatores que podem explicar a queda de rendimento do Fluminense.

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Maratona de jogos sem rodízio no elenco

Uma das principais virtudes do time de Fernando Diniz nos melhores momentos da temporada era a intensidade. A maratona de jogos, no entanto, parece ter desgastado o elenco tricolor, que não mostrou o mesmo ímpeto nos últimos jogos.

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Sem semanas livres para treinamento, o Fluminense disputou 15 partidas desde o início de abril em quatro competições diferentes: Carioca, Copa do Brasil, Libertadores e Brasileirão. Salvo mudanças pontuais, Diniz optou por manter a base titular em todos os duelos. Fluminense apresenta queda de rendimento nos últimos jogos (Foto: Mailson Santana/Fluminense)

Desfalques e falta de opções no banco

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Relacionado ao desgaste do time titular, surge um segundo problema: os desfalques por lesão. Nas últimas semanas, o departamento médico tricolor foi movimentado por jogadores importantes para Fernando Diniz, como Samuel Xavier, Marcelo, Martinelli, Alexsander e Keno, por exemplo.

Sem força máxima, o treinador teve que realizar mudanças na equipe nos últimos jogos e perdeu ainda mais opções no banco de reservas, o que dificulta as substituições durante as partidas.

Falta de variação tática

Um último fator a ser considerado é a falta de variação tática do Fluminense no decorrer das partidas. Apesar do estilo de jogo de Fernando Diniz ter rendido frutos na temporada, os adversários estão cada vez mais acostumados e descobrem formas de anular o ataque tricolor.Fernando Diniz sofre com desfalques no Fluminense (Foto: Mailson Santana/Fluminense)

O Flamengo, na Copa do Brasil, usou a tática de parar o jogo com faltas. O Botafogo, da mesma forma, pressionou alto e de forma organizada e trouxe problemas para a construção de jogo do Fluminense. O time poderia ter recorrido a um jogo mais direto, mas optou por manter os passes curtos e terminou as duas partidas sem levar perigo no ataque.

- Eles se aproveitaram muito mais dos nossos erros do que da criação deles. Não soubemos jogar o jogo. O jogo pedia um jogo mais direto, mais longo e insistimos no curto, com tomadas de decisões erradas nossas. Não foi nada que planejamos e deu errado. Algumas bolas que era para eu sair jogando longo e escolhi sair jogando curto. O time foi sendo minado assim, perdendo algumas bolas e o Botafogo foi criando nas bobeiras que demos. Vamos aprendendo e continuar crescendo nos próximos jogos - disse o zagueiro Nino após a partida.

O Fluminense volta a campo na quinta-feira, pela fase de grupos da Libertadores, para encarar o The Strongest, na altitude de La Paz (BOL). Pelo Campeonato Brasileiro, o próximo compromisso do Tricolor é no próximo domingo, contra o Corinthians, também fora de casa.

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