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Luxemburgo diz não se sentir pressionado no Corinthians e explica ausência de Renato Augusto contra o Palmeiras

Segundo o treinador, nunca houve conversa com a diretoria sobre possibilidade de demissão

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O técnico Vanderlei Luxemburgo minimizou o fato de ser pressionado nos últimos dias. O comandante do Corinthians afirmou que, em nenhum momento, conversou com a diretoria sobre a possibilidade de demissão.

- Em momento algum essa pressão eu senti internamente. Eu estou aqui há quatro meses conversando diariamente com o Duílio, Alessandro, com a comissão técnica, discutindo as coisas que, de repente, vazaram aqui. Tenho conversado constantemente com a diretoria para nos inteirarmos sobre o nosso trabalho. Em momento nenhum eu perguntei para eles sobre o nosso trabalho. Eles estão todos os dias lá. Essa pressão é externa. Alessandro e Duílio estão todos os dias, em momento algum conversamos se vamos sair ou vou ficar - destacou o treinador corintiano na entrevista coletiva apósempatar sem gols com o Palmeiras.

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Na última semana, Luxa balançou no cargo. Mesmo com a classificação à semifinal da Sul-Americana, ao bater o Estudiantes, da Argentina, nos pênaltis, a atuação da equipe foi questionada. No tempo normal, o Timão foi derrotado por 1 a 0, oferecendo 30 finalizações ao adversário e sofrendo quatro bolas na trave.

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Vanderlei admitiu a má atuação em La Plata, mas ponderou a ‘sorte’ que teve por conta das bolas que não entraram. Em relação ao Dérbi, o técnico avaliou positivamente a postura do time. Ele disse que o Corinthians provou que não tinha favorito no clássico, embora tenha admitido que o clima pré-jogo era do Palmeiras como mais cotado a vencer.

- Não jogamos nada contra o Estudiantes e passamos. A trave estava do nosso lado. Temos culpa? Passamos. E aí? Tem alguma coisa que diz que não pode? A gente pega algumas referências de jogos. Mas é um time que ainda estamos ajustando muitas coisas. Estou satisfeito porque eles entenderam o que é o Corinthians, que não tem favoritismo em campo.

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RENATO AUGUSTO

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O Corinthians não teve a presença do meia Renato Augusto, que foi preservado fisicamente. Ele sentiu algumas dores na coxa na véspera do clássico, ainda que tenha treinado no último sábado (2). Luxa explicou que o corte do camisa 8 foi algo analisado em conjunto com o núcleo de saúde e performance.

- Pós-jogos a gente tem informação do departamento, se tem desgaste. Análise interna e do jogador que tinha uma sobrecarga para não se sobrepor à lesão porque temos mais 17 jogos do Brasileiro. Não fui só eu que decidi, é uma análise do departamento. Se inventaram outra informação, ela não existe.

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Luxemburgo, inclusive, negou que esteja tendo problemas com Bruno Mazziotti, líder do núcleo de saúde e performance. Na semana passada, os dois discutiram justamente por conta da presença de Renato Augusto no jogo do Goiás e o planejamento para o duelo contra o Estudiantes.

Vanderlei minimizou o problema com Mazziotti, reforçando que as discussões são naturais e visam uma situação positiva para o Timão.

- Quem disse que eu estou sem falar com o Bruno Mazziotti? Quem disse isso? Tem algum problema? Estamos internamente discutindo tudo que é do Corinthians, todos os clubes fazem a exposição através de análise. É elenco. Crucificar um ou outro não é um pouco demais? Não tenho problema algum com o Bruno. É discussão de trabalho. Como no Corinthians não pudesse.

Com a pausa do Campeonato Brasileiro por conta das datas Fifa, o Timão voltará a campo somente no dia 14 de setembro, contra o Fortaleza, pelo Brasileirão. Serão 11 dias sem jogos.

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