Ex-corintiano Malcom abre o jogo sobre saída do Barça e vida no Zenit

Atacante passou maior parte da temporada contundido com problema na coxa esquerda. Brasileiro elogia Messi e espera se recuperar para Olimpíadas

Malcom foi a contratação mais cara da história do Zenit

Malcom foi a contratação mais cara da história do Zenit

Lance

O atacante brasileiro Malcom, ex-Barcelona e atualmente no Zenit, da Rússia, concedeu entrevista exclusiva ao “Marca”, da Espanha, e explicou o motivo de ter deixado a Catalunha, contou sobre sua nova rotina no país do Leste Europeu, mas também não deixou de citar o antigo time e a presença de Lionel Messi no Barça.

Um dos pontos explorados na entrevista foi a rápida passagem pelos culés e a opção por um mercado alternativo ao invés de lutar por um espaço entre os titulares no time de Valverde.

- Eu só queria jogar futebol, todos os jogadores profissionais querem jogar e o Zenit queria que eu jogasse e por isso optei pela saída. Não tinha problemas, não saí com problemas. Apenas queria jogar. Quero fazer história e ser ídolo aqui.

Apesar dos problemas enfrentados pelo setor ofensivo do Barcelona, o brasileiro não se arrepende da saída, não se sente pressionado e conta sobre seus objetivos.

- Estou com os pés no chão e só penso no Zenit, conhecendo cada dia mais os meus companheiros, tentando aprender russo para me comunicar, jogar e mostrar o por que estou aqui. Tenho cinco anos de contrato, quero ser campeão russo e voltar a jogar uma Liga dos Campeões na próxima temporada.

O atacante também comentou sobre a presença de Messi, ressaltou suas qualidades, mas disse que ele não consegue resolver todos os problemas do time sozinho.

- A qualidade do Messi tapa alguns problemas do Barcelona. Mas não é só Messi, tem todo um grupo de bons jogadores. Messi é o melhor do mundo, as vezes faz coisas de louco e ajuda muito o Barça.

Malcom pouco jogou nesta temporada devido a uma lesão no tendão da coxa esquerda e participou de apenas duas partidas do Campeonato Russo. Apesar disso, o brasileiro ainda sonha em voltar a ter ritmo para, quem sabe, ser convocado para representar a seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

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