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E o Róger Guedes, vai sair? Atacante vira 'plano b' em clubes árabes, mas possível investida ainda 'atormenta' o Corinthians

Atacante corintiano está em segundo plano no radar dos sauditas após a contratação de Malcom pelo Al-Hilal e o interesse...

Futebol|

Alvo de equipes da Arábia Saudita, o atacante Róger Guedes, do Corinthians, viu as chances de sair do clube alvinegro e migrar para o Oriente Médio nesta janela diminuírem, principalmente após o acerto do Al-Hilal com o ex-corintiano Malcom, nesta quarta-feira (26). Ainda assim, é possível que uma oferta formal de outro clube saudita chegue ao Timão neste período de transferências.

O Al-Nassr, clube do astro português Cristiano Ronaldo, tem Guedes no radar. A equipe é treinada por Luís Castro, ex-técnico do Botafogo, que teria levado boas referências do atleta aos árabes. No entanto, o sonho do clube saudita é contar com o senegalês Sadio Mané, que atualmente pertence ao Bayern de Munique, da Alemanha. Assim, Róger Guedes seria uma possível segunda opção no caso da negociação com o jogador africano não evoluir. A situação é semelhante à do Al-Hilal, que priorizou a compra de Malcom.

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Outra situação que pode atrapalhar uma ida de Róger Guedes para o futebol da Arábia Saudita é o limite de oito estrangeiros que cada clube tem para utilizar na liga local. A última vaga do Al-Hilal foi preenchida justamente por Malcom, enquanto o Al-Nassr já tem nove atletas de outras nacionalidades. E até mesmo para uma possível chegada de Mané, um jogador pode deixar o elenco. A tendência é que o atacante Jaloliddin Masharipov, do Uzbequistão, seja negociado.

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Uma terceira questão é a pendência que o Al-Nassr tem com o Leicester, da Inglaterra, pelo não pagamento de 460 mil euros (R$ 2,4 milhões, na cotação atual) referentes a cláusulas da venda do atacante nigeriano Ahmed Musa, em 2018. Os sauditas podem até contratar novos profissionais, mas estão impedidos de registrá-los enquanto não quitarem a dívida com os ingleses.

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Tanto o Al-Hilal quanto o Al-Nassr possuem o mesmo fundo de investimentos - que é público. E foram justamente pessoas ligadas a esta instituição que conversaram com Paulo Pitombeira, representante de Róger Guedes, há cerca de 10 dias para falar sobre o interesse. Não houve proposta formal nem ao empresário, tampouco ao Corinthians, mas houve uma sinalização de pagamento de 10 milhões de euros (R$ 52,7 milhões), além de um salário mensal ao atleta próximo aos R$ 2 milhões.

O projeto salarial é algo que seduziu o jogador. Mas, ainda que ficasse balançado, ele disse a pessoas no Timão que deseja ficar no clube alvinegro. O valor sinalizado de compra pelos sauditas também foi algo que não mexeu com a direção corintiana, que fará jogo duro por qualquer oferta que não se aproxime da multa rescisória do atacante, que gira em torno dos 30 milhões de euros (R$ 158 milhões).

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O valor da multa de Guedes é o mesmo que o Bayern de Munique, da Alemanha, deseja receber, no mínimo, por Mané. A ideia é reaver o investimento feito para tirar o jogador do Liverpool, da Inglaterra, no ano passado. O senegalês não se encaixou no clube alemão e também teve alguns problemas com outros atletas no vestiário do clube bávaro, o que facilitaria a liberação do jogador. Essa quantia representa metade dos 60 milhões de euros (R$ 316,1 milhões) que o Al-Hilal desembolsou para tirar Malcom do Zenit, da Rússia.

De toda forma, ainda que as movimentações indiquem que Róger Guedes dificilmente receberá uma proposta formal de alguma equipe árabe, o Corinthians ainda se sente ameaçado por este mercado por dois motivos: o forte poder de investimento e o extenso período de janela, que no país asiático vai até o dia 20 de setembro. Para a direção corintiana, o tempo que os sauditas possuem, combinado ao dinheiro que eles podem desembolsar nas contratações, permite que eles tenham paciência para estruturar qualquer oferta.

O grande receio por parte do clube alvinegro é uma possível saída de atletas tidos como da primeira prateleira, como é o caso de Guedes, após o fechamento da janela de transferências no Brasil, que termina na próxima quarta-feira (2). Pois, nesse caso, o Timão nem mesmo teria a possibilidade de buscar uma peça de reposição para o restante da temporada.

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