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Futebol E a Covid? Final da Libertadores é marcada por festa de aglomeração

E a Covid? Final da Libertadores é marcada por festa de aglomeração

Protocolos foram ignorados pela torcida, mas também não foram facilitados pela organização do evento, que limitou o espaço destinado aos torcedores/convidados

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A glória é eterna, como diz o slogan da competição, e a festa pelo título da Libertadores começou grande no campo e na arquibancada. Mas mesmo antes, a festa no setor oeste inferior do Maracanã foi uma aglomeração só, desde antes de a bola rolar. Isso tudo em tempos de recorde de casos de Covid-19 no Brasil.

Foram cerca de 2500 convidados no espaço limitado pela geografia. Os setores norte, sul, e leste, inferiores e superiores, estiveram fechados durante todo o tempo. Durante todo o momento a aglomeração se realidade. Na área destinada à imprensa havia mais espaço e menos pessoas.

As máscaras eram raridade, por mais que funcionários e o serviço de alto falante do estádio tivessem reforçado cerca de oito vezes a obrigatoriedade do uso do acessório. E seria difícil manter o distanciamento social. Pela tensão de uma final e pela natureza do torcedor de querer se aproximar do campo. Todos.

-> Confira a tabela da Copa Libertadores

Inclusive o técnico Cuca, do Santos, após ter sido expulso, se juntou aos torcedores do Alvinegro Praiano para acompanhar os minutos finais da partida. Mas dos setores mais próximos ao campo, aos mais distantes, o que menos se viu foi respeito às recomendações dos órgãos de saúde.

E olha que havia pessoas de todas as idades. De jovens ao octogenário Pepe, que entrou com taça ao lado de Evair. O ex-jogador do Peixe, inclusive, chegou a ser internado com o novo coronavírus.

A festa foi bonita. Mas as demandas sanitárias do momento foram totalmente desrespeitadas.

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