Futebol Durcesio diz que Montenegro é o 'maior botafoguense da história', mas quer Botafogo 'livre de mecenas'

Durcesio diz que Montenegro é o 'maior botafoguense da história', mas quer Botafogo 'livre de mecenas'

Em entrevista ao LANCE!, presidente do Alvinegro afirma que ex-mandatário é importante para a história do clube, mas que não pediu ajuda financeira durante a gestão

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Carlos Augusto Montenegro é um dos personagens mais icônicos da história recente do Botafogo. Campeão brasileiro enquanto presidente em 1995, o empresário nunca deixou de ter influência no clube de General Severiano, mesmo que de forma indireta, desde então.

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Durcesio Mello, atual presidente do Botafogo, vai além: é amigo de infância de Montenegro. Os dois estudaram juntos ainda crianças e cultivam a amizade até hoje. A relação de amigos também é, por parte do atual mandatário, uma admiração pela história construída por Carlos Augusto, no qual ele afirmou, ao LANCE!, como um dos grandes botafoguenses que já existiram.

- Minha relação com o Montenegro é de amizade. É um dos meus grandes amigos da vida, nos conhecemos desde os seis anos de idade. É uma pessoa que eu admiro e respeito muito. As pessoas esquecem tudo que ele fez por conta de um momento ruim, que foi esse Comitê de Futebol, mas eu ainda o considero o maior botafoguense da história. Não tenho dúvidas de afirmar isso, ajudou várias gestões - afirmou, em entrevista exclusiva ao L!.

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Apesar da amizade e da ajuda recente de Montenegro em outras gestões, Durcesio não quer que a conexão com Carlos Augusto ultrapasse esta linha. Para ele, uma gestão que tem o desejo de se profissionalizar precisa caminhar com as próprias pernas. O atual presidente afirmou que não pediu auxílio ao campeão brasileiro de 1995.

- Eu falo com ele normalmente, mas coisas de amigo, nada de Botafogo. Em nenhum momento pedi a ajuda dele. Não estou cuspindo no prato, nada disso, estou vivendo com as nossas próprias pernas. O modelo profissional passa por isso. O Botafogo tem que parar de depender de mecenas. Isso não funciona. Passa por negociar melhor, cortar despesas e buscar dinheiro novo - finalizou.

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