Futebol Com deficit de R$ 41 milhões no semestre, Santos discute pautas

Com deficit de R$ 41 milhões no semestre, Santos discute pautas

Relatório da Comissão Fiscal sobre 1º semestre de 2020 deve ser analisado, nesta terça-feira (01). Votação eleitoral a distância também será debatido

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José Carlos Peres está em seu último ano de mandato no Santos (Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Santos)

José Carlos Peres está em seu último ano de mandato no Santos (Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Santos)

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O Conselho Deliberativo do Santos se reunirá virtualmente nesta terça-feira (01), a partir das 19h, de forma extraordinária. Entre as pautas principais está a apresentação do relatório referente ao primeiro semestre de 2020 e a votação do estudo feito pela Comissão Eleitoral sobre o voto a distância.

Análise feita pelo Conselho Fiscal, que será apresentada aos conselheiros, aponta um deficit de R$ 41.679.475 nos primeiros seis meses do clube, o número representa um aumento de 1.783,04% do valor orçado para o período, que já previa o fechamento no vermelho, mas de R$ 2.213.420. O relatório se atenta aos custos administrativos, operacionais (referentes ao futebol), ambas mensuráveis, e as extraordinárias, que se previsona, mas não mensura.

A justificativa apresentada pela gestão para os números foram os gastos exagerados pelo Departamento de Futebol nos custos referentes a aquisição do meia Cueva, além da não aprovação da proposta de redução de despesas não aprovado pelo Egrégio, que, por sua vez, não vê cabimento argumentação, por entender que as despesas extrapolariam o orçamento independentemente da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o levantamento, o prejuízo acumulado pela diretoria santista durante os 2 anos e 6 meses de gestão é de R$ 95,5 milhões.

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O parecer do Conselho Fiscal também aponta 26,07% de aumento no endividamento, percentual que cresce para 56,39% considerando apenas a receita do primeiro semestre. Ambos os números são superiores ao limite, que corresponde a 10%.

O relatório conclui afirmando que gestão atual é incapaz administrativamente, criticando também a forma com que os trâmites se desenrolaram no Conselho Deliberativo, após duas reprovações de contas e outras denuncias.

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