Futebol Carille admite perda com pausa: ‘Preparação será longa na volta’

Carille admite perda com pausa: ‘Preparação será longa na volta’

Nesta quarta-feira o técnico do Al Ittihad participou de um debate com Péricles Chamusca para discutir as dificuldades deste período de pausa e como será após o retorno dos jogos

Lance
Lance

Lance

Lance

Nesta quarta-feira pela manhã, o técnico Fábio Carille, do Al-Ittihad, participou de um debate com Péricles Chamusca, que hoje está à frente do também saudita Al-Faisaly para discutir o futebol brasileiro no país do Oriente Médio e as dificuldades encontradas neste período de pausa.

Carille admitiu que uma pausa muito longa pode ser prejudicial à preparação dos jogadores e revelou que sua comissão técnica vê como ideal um retorno com 40 dias de preparação antes dos jogos iniciarem.

- Primeiramente, nós temos de ver que é um problema de saúde, temos de respeitar isso e entender acima de tudo. Mas você ter um tempo desses, que pode ser de dois, três, quatro meses e não treinar, quando voltar, na hora que começar essa temporada ou até a próxima, vai estar com o calendário bem apertado, não vai ter ganho. Vai ter uma perda, por esses jogadores estarem sem contato com a bola, sem ter o trabalho direcionado - disse Carille, completando:

Vai ser um momento de muito cuidado, até entrar com bola. Estava até conversando com a minha comissão técnica aqui hoje e é algo que a gente pensa: menos de quarenta dias de preparação, se ficar aí mais de três meses parado, vai ser prejudicial. Temos de ter um período de preparação no retorno por volta disso, para evitarmos lesões e esses problemas, porque os atletas irão sentir, não vai ter jeito.

Ainda na Arábia Saudita, Fábio Carille e todos os brasileiros que atuam no país já foram liberados pelos seus clubes a retornarem ao país, porém com a restrição de vôos, eles ainda aguardam novidades vindas do governo para, enfim, poder retornar.

- Daqui uns dias espero poder estar no vôo de volta ao Brasil. Mas estou aqui muito bem, esperando definir a questão da embaixada, do governo, no que diz respeito ao nosso retorno. Não tem muito nada de diferente que possamos fazer, temos de respeitar o tempo aí e aguardar, mas estou muito bem e muito tranquilo.

Últimas