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Apesar das lesões, Fluminense não apresenta melhoria com semanas de treino para a Libertadores

Tricolor segue com desempenho decepcionante, como em boa parte de 2024

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Atual campeão da América, o Fluminense mais uma vez não conseguiu apresentar um bom desempenho diante do Alianza Lima, pela estreia da Libertadores. Isso depois de duas semanas e meia cheias de treinos desde que foi eliminado do Campeonato Carioca.

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É evidente que as lesões e ausências foram sentidas, principalmente pela quantidade e pelo peso dos nomes: Cano, Ganso, Keno e John Kennedy não foram relacionados por lesão ou suspensão. Além do quarteto, outras opções como Diogo Barbosa, Gabriel Pires, Marlon e Manoel também não estavam à disposição.

No entanto, Fernando Diniz teve tempo para preparar a equipe pensando na estreia da Libertadores. E as ausências já eram sentidas nos treinos, uma vez que Cano e Ganso já não entraram em campo no jogo de volta da semifinal do Carioca diante do Flamengo, enquanto John Kennedy e Diogo Barbosa estavam suspensos e não seriam opções para a estreia da Libertadores.

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Mas apesar do tempo, o Fluminense demonstrou muita dificuldade no setor ofensivo e finalizou apenas duas vezes na direção do gol do Alianza Lima. Em uma dessas oportunidades, Marquinhos marcou um gol de cabeça a partir de uma cobrança de escanteio, o que é muito pouco para um clube que investiu em reforços e que sonhava lutar por mais de uma competição em 2024.

As finalizações na meta defendida por Campos aconteceram apenas na etapa final após um primeiro tempo apático e recheado de erros individuais. Isso representa que o Tricolor ficou mais de 225 minutos (os dois jogos da semifinal do Carioca e 45 minutos diante do Alianza Lima) sem finalizar na direção do gol de seus adversários.

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Em coletiva, Fernando Diniz admitiu que precisa melhorar esse aspecto na sua equipe. E a melhora precisa ser urgente, uma vez que o Time de Guerreiros tem um compromisso chave na terça-feira (9) contra o Colo-Colo, pela 2ª rodada da fase de grupos da Libertadores. Após o retorno do elenco ao Rio de Janeiro, o comandante tem quatro treinos para elevar o nível de desempenho.

- Teve um ou outro lance em que as jogadas ficaram claras para chutar. O Arias devia ter finalizado, mas quando a linha está muito baixa é difícil achar os espaços para chutar. Mas uma das possibilidades de fazer o gol é o chute de fora da área, que também pode gerar o escanteio. O Alianza marcou muito bem hoje. Mas concordo que a gente tenha que chutar quando tivermos oportunidade.

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Com a conquista do título da Libertadores em 2023, o Fluminense se coloca em outro patamar e os adversários enxergam o Tricolor com outros olhos. É comum que a equipe de Fernando Diniz encare rivais mais fechados e que joguem com a tal da linha baixa, que gera mais dificuldades para criar oportunidades claras de gols.

Mas é preciso fazer mais tanto ofensivamente, quanto defensivamente. Além de erros individuais, o Time de Guerreiros ficou exposto em contra-ataques, como no caso do gol de Serna, mas também em bolas longas, como na incrível chance desperdiçada por Waterman, no início da segunda etapa e que poderia mudar o destino da partida.

É preciso dar uma resposta após um início de temporada ruim e com pouquíssimas apresentações semelhantes ao que se viu em 2023. Se o campo foi um fator para as dificuldades encontradas pelo Fluminense, a mesma justificativa não pode ser dada na próxima semana, onde a equipe faz sua estreia em casa na competição continental no palco em que conquistou a Glória Eterna.

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