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ANÁLISE: Versão 2023 do Botafogo de Luís Castro é precária, apesar do título da Taça Rio

Glorioso apresentou repertório ofensivo, mas voltou a sofrer defensivamente diante de um adversário que não tem divisão nacional

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A nova vitória do Botafogo sobre o Audax era, em termos de realidade, obrigatória. O título e a vaga na Copa do Brasil, portanto, consequência. Tanto que o técnico Luís Castro poupou alguns dos jogadores mais importantes do time. Portanto, a vitória era quase que natural. O mais importante é que, apesar dos méritos da equipe, os problemas do Glorioso se repetiram de novo e de novo.

Os espaços criados de diferentes formas merecem nota. Pela direita, pela esquerda, em jogadas construídas com toques mais curtos ou lançamentos. E também em lançamentos. O que se faz necessário ressaltar é o nível do rival, atualmente sem divisão nacional.

E diante de mais um adversário de qualidade técnica consideravelmente inferior, o Botafogo apresentou problemas. Sofreu dois gols e poderia ter levado mais. Isso após, no primeiro jogo, ter atuação ruim durante 70 minutos. Isso, depois de, no meio de semana, desperdiçar um contexto de 44 minutos com um jogador a mais.

O atual estágio do Botafogo merece, sim, a preocupação do torcedor. Com muitos dos mesmos jogadores do ano passado, a equipe parece ter regredido estágios coletivos. A Copa do Brasil é possível, mas não como o time está jogando. Passar da fase de grupos na Copa Sul-Americana também é viável, mas não com o desempenho atual.

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-> Confira a tabela da Copa do Brasil

E principalmente para o Campeonato Brasileiro, não evoluir consideravelmente será perigoso para as pretensões mínimas do clube.

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