Futebol ANÁLISE: Fluminense é guerreiro e sai vivo do Maracanã sonhando com a final da Libertadores

ANÁLISE: Fluminense é guerreiro e sai vivo do Maracanã sonhando com a final da Libertadores

Empate com o Internacional é marcado por gol heroico de Germán Cano

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No duelo contra o Internacional, o Fluminense conseguiu acordar de um pesadelo que seria uma derrota em casa no jogo de ida da semifinal da Libertadores. Com o 2 a 2, o Tricolor segue mais vivo do que nunca e sonhando cada vez mais com uma passagem para a final da competição.

Com um início muito forte e com um apoio incrível de quase 70 mil tricolores que estiveram no Maracanã, o Time de Guerreiros começou o confronto com tudo. Na primeira boa chegada pelo lado esquerdo, Keno recebeu uma bola em profundidade e obrigou Rochet a mostrar suas credenciais.

É verdade que Fábio também impediu um gol de Enner Valencia segundos antes de Germán Cano abrir o placar em uma jogada em que a equipe de Fernando Diniz pressionou a defesa adversária e forçou o erro de Renê para roubar a bola no campo de ataque e com superioridade de jogadores. Mas o Colorado não fazia uma grande etapa inicial. E Rochet apareceu mais uma vez em outro lance desperdiçado por Keno cara a cara com Rochet.

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E da segunda grande defesa do goleiro do Internacional até a expulsão de Samuel Xavier, o Tricolor passou a encontrar muitas dificuldades para criar suas jogadas. A equipe pode ter sentido o início forte, mas o time de Fernando Diniz não conseguiu manter a pegada e a intensidade vista nos primeiros minutos.

Apesar da expulsão do lateral-direito, o gol do Colorado estava cada vez mais maduro e saiu nos acréscimos da etapa inicial. E a virada veio com apenas nove minutos da segunda etapa com Gabriel Mercado. Nesse caso, o Fluminense contou com mais sorte do que juízo, uma vez que o VAR decidiu anular o gol por conta de um toque na mão do argentino após uma cabeçada para o gol.

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Acuado, sem conseguir sair para o ataque e encurralado, o Tricolor viu Alan Patrick virar a partida para os visitantes. Dessa vez não tinha VAR que salvasse a equipe de Fernando Diniz. Talvez a torcida tenha sido o fator determinante para o Time de Guerreiros, que embora tenha sentido o golpe, não parou de cantar e apoiar seus atletas.

E na reta final da partida, Germán Cano aproveita um desvio de Nino após uma cobrança de escanteio e acerta uma finalização de raríssima felicidade para deixar tudo igual. Na raça e na vontade. Como uma Libertadores pede. Como a torcida do Fluminense pediu incessantemente a João de Deus.

Se o empate veio através de uma obra divina dos deuses do futebol, acredito que nunca saberemos. Mas o Tricolor lutou, foi reconhecido por seu aguerrido ao fim do confronto e está a 90 minutos de repetir o feito de 2008 e chegar em uma nova decisão da competição mais importante do continente. Mas para escrever uma nova história com um final diferente de outrora, o Flu deve ter que se apresentar melhor e ser mais consistente do início ao fim do confronto.

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