França x Espanha: Deschamps define escalação com astro do Real Madrid de volta
Tchouaméni se recuperou de lesão
Lance|Do R7
A França anunciou a escalação para enfrentar a Espanha, nesta terça-feira (14), pela semifinal da Copa do Mundo. Recuperado de lesão nos adutores, Tchouaméni está confirmado entre os titulares de Didier Deschamps.
O volante havia desfalcado os Bleus nas vitórias sobre Paraguai e Marrocos, pelas oitavas e quartas de final. Ele retorna ao meio-campo ao lado de Adrien Rabiot e Michael Olise. No ataque, Deschamps mantém Ousmane Dembélé, Bradley Barcola e Kylian Mbappé. O capitão francês chega ao confronto com oito gols e na disputa pela artilharia da competição.
Escalação
Maignan; Koundé, Upamecano, Saliba e Digne; Tchouaméni, Rabiot e Olise; Dembélé, Barcola e Mbappé.
Espanha também está escalada
Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Oyarzabal.
A França busca chegar à terceira final consecutiva de Copa do Mundo. Campeã em 2018 e vice em 2022, a seleção de Deschamps avançou após eliminar o Marrocos por 2 a 0. Já a Espanha garantiu a vaga com vitória por 2 a 1 sobre a Bélgica. O vencedor enfrentará Argentina ou Inglaterra na decisão.
França em sua melhor versão
Apesar do caminho mais complicado até o título, a França chega mais preparada do que nunca. Didier Deschamps talvez tenha em mãos sua seleção mais forte desde que assumiu o comando. A equipe apresenta um equilíbrio maior entre defesa e ataque, tem mais repertório ofensivo e conta com um banco de reservas que oferece alternativas de alto nível durante toda a partida.
Michael Olise assumiu protagonismo na criação, Dembélé, dono da Bola de Ouro, vive grande fase, enquanto Barcola, Désiré Doué e Rayan Cherki aumentam as opções ofensivas.
O maior diferencial ainda é Mbappé. Em 2018, o atacante era a grande revelação do futebol mundial e explodiu com quatro gols. Hoje, aos 27 anos, chega como capitão, maior artilheiro da história da seleção francesa e principal referência técnica da equipe.
Com oito gols, divide a artilharia desta Copa com Lionel Messi e vive sua melhor atuação em um Mundial. Além dos números, mudou sua função. Deixou de ser apenas um velocista pelos lados para atuar mais centralizado, participar do acabamento das jogadas e comandar ofensivamente a equipe.








