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Claus se posiciona após polêmica com a Fifa: ‘Obrigado’

Árbitro agradeceu ao apoio do povo brasileiro depois de suspensão de cartão vermelho de Folarin Balogun

Lance|Do R7

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Raphael Claus se posiciona após polêmica com a Fifa Bernadett Szabo/Reuters - 21.06.2026

Após a decisão da Fifa de suspender a expulsão de Folarin Balogun contra Bósnia e Herzegovina, aplicada por Raphael Claus, o árbitro se posicionou em suas redes sociais, agradecendo o apoio do povo brasileiro.

Veja a publicação de Claus:

Entenda o caso

Folarin Balogun recebeu um cartão vermelho após entrada faltosa no zagueiro bósnio Tarik Muharemovic. Com isso, de acordo com o Artigo 10.5 das regras da Fifa, o atacante deveria ser punido com um jogo de suspensão. Inclusive, diversos dirigentes da entidade disseram ao The Athletic que a seleção dos EUA não poderia recorrer de um cartão vermelho ou mesmo da suspensão do atleta.


Folarin Balogun ficou à disposição para os Estados Unidos no confronto contra a Bélgica. A suspensão aplicada após o cartão vermelho foi revogada, permitindo que o atacante atuasse normalmente na partida a partir de decisão respaldada pelo artigo 27 do Código Disciplinar da Fifa, que prevê a possibilidade de suspensão total ou parcial de uma punição. O regulamento também determina que, caso o jogador cometa uma infração semelhante durante o período probatório, a suspensão poderá ser reativada, além de novas sanções pela reincidência.

O presidente Donald Trump entrou em contato direto com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para pedir a revisão da suspensão, e alegou publicamente que o lance não teria sido falta, mas apenas um choque acidental, segundo a imprensa americana. Trump chegou até mesmo a admitir que não sabia que um cartão vermelho impediria o jogador de atuar na partida seguinte.

O mandatário chegou a dizer que o passado do árbitro Raphael Claus era ‘suspeito’. A CBF se manifestou em defesa do brasileiro, afirmando que ele possui uma trajetória marcada por “excelência técnica, conduta ética e absoluto respeito ao futebol”. Paralelamente, advogados recrutados pelo governo e doadores da federação americana trabalharam para acelerar trâmites burocráticos e pressionar o Comitê Disciplinar.

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