Fernando Diniz foi demitido do Corinthians após derrota para o Internacional, com 47% de aproveitamento.
Ele é o 19º técnico demitido na Série A do Campeonato Brasileiro deste ano.
O Corinthians venceu apenas uma das últimas dez partidas sob o comando de Diniz.
Clubes como Botafogo, Chapecoense, Corinthians, Remo, São Paulo e Vasco são os que mais demitiram treinadores nesta edição do Brasileirão.
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Anunciado em abril, o treinador substituiu Dorival Júnior Marcello Zambrana/Estadão Conteúdo - 20.09.2026
Fernando Diniz não resistiu à derrota do Corinthians para o Internacional e teve a demissão confirmada pela diretoria do clube na noite desta quarta-feira (7), ainda no Beira-Rio, em Porto Alegre.
O treinador, de 52 anos, é o 19º demitido do cargo na Série A do Campeonato Brasileiro deste ano. Ele deixa o Timão com aproveitamento de 47% — 13 vitórias, oito empates e 12 derrotas — e à beira da zona de rebaixamento.
Anunciado em abril, o treinador substituiu Dorival Júnior, outra vítima do “rolo compressor” de demissões no Brasileirão.
O próprio Diniz foi demitido do comando do Vasco em fevereiro. Sob pressão, o treinador já balançava no cargo desde a queda, em casa, nas quartas de final da Libertadores, para o Estudiantes de La Plata (ARG).
Nas últimas dez partidas, o Timão venceu apenas uma: 1 a 0 sobre o Rosario Central (ARG), pelas oitavas de final da Libertadores, no dia 20 de agosto.
Botafogo, Chapecoense, Corinthians, Remo, São Paulo e Vasco foram os clubes que mais demitiram treinadores nesta edição do Brasileirão. Veja a lista completa:
Técnicos demitidos na Série A em 2026
Jorge Sampaoli — Atlético-MG: dez vitórias, 16 empates e oito derrotas (45% de aproveitamento).
Fernando Diniz — Vasco: 17 vitórias, 15 empates e 22 derrotas (41% de aproveitamento).
Juan Carlos Osorio — Remo: quatro vitórias, oito empates e duas derrotas (48% de aproveitamento).
Filipe Luís — Flamengo: 63 vitórias, 22 empates e 15 derrotas (70% de aproveitamento).
Hernán Crespo — São Paulo: 21 vitórias, sete empates e 18 derrotas (51% de aproveitamento).
Tite — Cruzeiro: oito vitórias, três empates e seis derrotas (53% de aproveitamento).
Juan Pablo Vojvoda — Santos: dez vitórias, 14 empates e dez derrotas (43% de aproveitamento).
Martín Anselmi — Botafogo: sete vitórias, dois empates e nove derrotas (43% de aproveitamento).
Gilmar Dal Pozzo — Chapecoense: 36 vitórias, 28 empates e 25 derrotas (51% de aproveitamento).
Dorival Júnior — Corinthians: 26 vitórias, 19 empates e 21 derrotas (49% de aproveitamento).
Roger Machado — São Paulo: sete vitórias, quatro empates e seis derrotas (49% de aproveitamento).
Fábio Matias — Chapecoense: duas vitórias, um empate e sete derrotas (23% de aproveitamento).
Renato Gaúcho — Vasco: nove vitórias, cinco empates e sete derrotas (51% de aproveitamento).
Luis Zubeldía — Fluminense: 30 vitórias, 18 empates e 13 derrotas (57,9% de aproveitamento).
Franclim Carvalho — Botafogo: dez vitórias, sete empates e cinco derrotas (56,1% de aproveitamento).
Luís Castro — Grêmio: sete vitórias, sete empates e 12 derrotas na competição (36% de aproveitamento).
Léo Condé — Remo: oito vitórias, oito empates e 15 derrotas (34,4% de aproveitamento).
Paulo Pezzolano — Internacional: seis vitórias, dez empates e 12 derrotas (33% de aproveitamento).
Fernando Diniz — Corinthians: 13 vitórias, oito empates e 12 derrotas (47% de aproveitamento)