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Família de Di María sofre ameaça na Argentina: 'Nem o governador vai te salvar'

Cidade de Rosário é alvo de grupos de traficantes que constantemente fazem ameaças

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Parentes do jogador Ángel Di María, da seleção argentina e do Benfica, foram ameaçados na madrugada desta segunda-feira (25), por meio de um "bilhete intimidador", no bairro onde moram, na periferia da cidade de Rosário.

Segundo a AFP, o bilhete, cujo texto não foi divulgado oficialmente, estava embrulhada em um saco plástico preto e foi lançada por volta das 2h30 da madrugada (horário local) de um carro na entrada do bairro Miraflores, localizado em Funes, no centro-oeste da Argentina.

O porta-voz do Ministério Público local (MPA), anunciou que o gabinete de criminalística da Polícia de Investigação de Rosário está envolvido na apuração. Também foram solicitados a retirada de vestígios (impressões digitais), o levantamento de câmeras de segurança e a coleta de depoimentos.

A propriedade é onde o jogador se hospeda quando está na Argentina e é residência de vários familiares dele. Uma fonte do Ministério de Segurança de Santa Fé acrescentou que o bilhete foi lançado “de um carro cinza”, segundo imagens de câmeras de vigilância do bairro.

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- Não vamos divulgar o conteúdo da ameaça, porque estaríamos fazendo o jogo dessas organizações criminosas que buscam gerar comoção pública - acrescentou.

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No entanto, a imprensa local revelou que a sacola trazia um cartão com a legenda “Familia Di María” e o bilhete dizia “Nem (Maximiliano) Pullaro vai te salvar”, em referência ao governador da província.

A principal hipótese da apuração é que a ameaça à família Di María busca causar "comoção" na cidade, assolada pela violência dos grupos do tráfico de drogas.

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Algo semelhante aconteceu há um ano, quando uma empresa pertencente aos sogros de Lionel Messi, foi atacada a tiros em Rosário.

Além disso, nesta segunda-feira, o serviço de transporte público de ônibus em Rosário foi suspenso depois de uma ameaça escrita ser deixada na garagem onde ficam os veículos.

A cidade de 1,3 milhão de habitantes, a 300 quilômetros da capital argentina, ficou praticamente paralisada há 15 dias por falta de transporte, suspensão de aulas e fechamento de comércio após quatro assassinatos de trabalhadores. O governo local atribuiu os crimes a quadrilhas criminosas cujos líderes estão presos.

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