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Ex-tenista brasileiro e irmã ironizam coronavírus: 'Vocês que lutem'

Em tom sarcástico, Feijão e Maria Clara sugerem em vídeo que ela teria levado vírus a Mogi das Cruzes; Horas depois, atleta divulga pedido de desculpas

Esportes Olímpicos|Do R7


Feijão foi banido de competições profissionais de tênis por corrupção
Feijão foi banido de competições profissionais de tênis por corrupção

O tenista brasileiro João Souza, o Feijão, divulgou em sua conta oficial no Instagram um vídeo em que usa um tom sarcástico diante do surto de Covid-19. Ele sugere que a irmã, Maria Clara de Souza, teria levado o coronavírus a Mogi das Cruzes, cidade natal da família no interior do estado de São Paulo.

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"Eu levei o coronavírus para Mogi, desculpa, gente. Agora estou ótima, não estou de quarentena, e sigo plena. Vocês que lutem, Mogi que lute", disse Maria Clara no vídeo, demonstrando aparente ironia, enquanto Feijão dava risadas.

"Mogi decretou estado de calamidade pública. E por causa de quem? Desta pobre louca aqui", respondeu o tenista, ainda aos risos. Após a repercussão negativa, Feijão apagou o vídeo, e divulgou um texto se retratando:

"Galera, brincadeira de mau gosto para uns, falta de assunto para outros, motivos para julgarem e carinho das pessoas que se preocupam. Não estamos (doentes) e muito menos (estamos) passando corona (vírus) para ninguém, ali era um papo entre irmãos que grave e postei. Quem achou que foi de mau gosto, nos desculpem. Aos poucos que realmente se preocupam, sim, estamos bem, saudáveis e em casa."

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Em janeiro deste ano, Feijão foi punido pela Tennis Integrity Union (TIU), comitê que investiga casos de corrupção no esporte, e foi banido das competições profissionais permanentemente. Além disso, foi condenado também a pagar uma multa no valor de US$ 200 mil (pouco mais de R$ 800 mil na cotação atual).

João Souza, que já foi o número 1 do Brasil e 69º no ranking da ATP, vive no interior de São Paulo, onde, a partir de terça-feira, a quarentena será obrigatória. O estado registra 356 casos oficiais e 15 pessoas mortas em decorrência da pandemia de coronavírus.

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