Lance Esgrima: Nathalie Moelhausen fala sobre estreia e clima dos Jogos Olímpicos de Tóquio

Esgrima: Nathalie Moelhausen fala sobre estreia e clima dos Jogos Olímpicos de Tóquio

Campeã mundial da espada vai estrear na Olimpíada na noite desta sexta-feira

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Campeã mundial de espada, na esgrima, Nathalie Moellhausen vai estrear na Olimpíada de Tóquio, na noite desta sexta, às 21h (horário de Brasília), no Makuhari Messe Mall.

Forte candidata a medalha, ela está em seu melhor momento físico e técnico, conta com a torcida do Brasil como impulso em seus combates e quer usar sua participação para inspirar todos os brasileiros. Para chegar a este momento, ela passou por diversos períodos de treinamento e dedicação intensiva.

- As cinco horas de espera na chegada ao aeroporto de Tóquio foram uma oportunidade de treino mental para mim. Na minha competição, vai ter muita espera entre cada combate. São cinco combates em 12 horas e estes períodos mortos entre um e outro acabam sendo determinantes na maneira de abordar o combate seguinte. A estratégia das adversárias já foi trabalhada na Europa, então agora é só praticar e afinar. E, no dia, adaptar meu jogo e técnicas em função da temática que terei em frente para resolver. Para mim é, sem dúvida, o melhor momento físico e técnico - projetou a atleta.

Momento histórico

Antes mesmo de pisar na Vila Olímpica, os atletas já sabiam que o clima seria diferente. Em plena pandemia da Covid-19, a rotina precisa ser acompanhada de máscara, testes e outros protocolos de prevenção. Mas o país-sede, segundo Nathalie, é o ideal para uma competição nestes moldes.

-É uma Olimpíada totalmente diferente, estamos sendo parte de um momento histórico importante. Gosto muito da cultura japonesa e a organização desta edição é o reflexo dessa cultura. Está tudo super organizado, bem combinado. Isso me dá muita tranquilidade, muita serenidade - comentou Nathalie.

Por fim, ela falou sobre o clima olímpico, com ou sem restrições por conta da Covid-19:

- Sei que é uma Olimpíada que gera muitas polêmicas, muitas críticas. Mas uma vez que a gente chega aqui, já estamos no clima olímpico. E apesar de ser um clima diferente do que foi no passado, a vida é assim. Tudo muda, nenhuma experiência é igual a outra. Não vou nem comparar com o que foi no passado, já está sendo uma experiência linda e positiva para mim. Vou pegar tudo que é bom para o futuro - concluiu a atleta de 35 anos, que nasceu em Milão, na Itália.

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