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Dirigente do Vasco despista sobre a chegada de um camisa 10 e avalia contratação de Philippe Coutinho

CEO da SAF, Luiz Mello afirma que é difícil achar um meia de qualidade e abre as portas para o retorno do cria de São Januário

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Com a saída de Nenê, que acertou com o Juventude, a camisa 10 do Vasco está vaga e a tendência é de que permaneça assim até a próxima janela de transferências, que abre no dia 3 de julho. O CEO da SAF, Luiz Mello, desconversou sobre a contratação de um meia-armador, argumentando que muitos times jogam sem um jogador com essa característica.

- Um camisa 10 não é fácil. Poucos clubes no Brasil têm um camisa 10. Por isso, você tem várias formas de jogar. Tem clubes que não jogam com camisa 10 clássico. Dependendo da forma que você jogue, um meia pode jogar por dentro ou fora. Não vou entrar na questão tática. Mas vamos estar atento. Temos um elenco muito competitivo. Trouxemos atletas e acreditamos no potencial, dentro do que é organizado.

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O Vasco contratou 14 jogadores para a temporada, mas nenhum deles foi aquele de "parar o aeroporto". Luiz Mello explicou que na montagem do elenco foi priorizado o coletivo, que pode fazer com que um outro jogador desponte como ídolo no futuro.

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- Um ídolo sempre é importante e temos vários postulantes a isso. O Alex Teixeira é um ídolo, o Pedro Raul pode vir a ser, o Léo, por todo o seu carisma também. A gente está construindo dentro de um processo coletivo. O Figueiredo, que já jogou em várias posições, está jogando pelo clube. Dentro dessa construção, a chegada de um ídolo é positivo. Se esse jogador chega para ser o camisa 10, ele tem que entender que todos são importantes.

Questionado sobre a possibilidade hipotética de contratar Philippe Coutinho, Luiz Mello foi taxativo ao afirmar que depende mais do jogador do que propriamente do Vasco.

- É um jogador que quase disputou a última Copa do Mundo. Mas será que ele quer voltar? Quanto custa o Coutinho? Ninguém vai discutir que ele é um jogador diferente. Mas seria leviano eu dizer que eu vou atrás do Philippe Coutinho. Em nenhum momento vamos trazer um jogador em específico. Tem que ser uma via de duas mãos. Depende mais do jogador do que do Vasco, como foi o caso do Alex Teixeira. Se ele tiver o interesse de voltar, deixo as portas abertas - finalizou.

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