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Demissão de Carille pode agravar crise no Santos, que vive bastidores quentes

Peixe vive dilemas e deve ter respostas à crise após jogo contra o Goiás

Lance

Lance|Do R7


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O Santos não vive situação confortável às vésperas do jogo contra o Goiás, nesta quarta-feira (19), em jogo que pode resultar na demissão do técnico Fábio Carille. A crise ultrapassa o momento ruim dentro de campo e atinge a administração do clube, segundo apurou o Lance!.

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Após quatro derrotas seguidas na Série B, o Peixe saiu do G4 e sofre pressão da torcida por uma reação. A partida diante do Esmeraldino será fundamental para os próximos passos e pode significar o agravamento da crise.

As primeiras informações sobre a instabilidade no Peixe foram publicadas pelo "Ge".

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Situação de Fábio Carille no Santos

A diretoria do Santos está em uma encruzilhada com Carille. Isso porque existe a pressão pela demissão se ocorrer a quinta derrota consecutiva na Série B, contra o Goiás. O presidente Marcelo Teixeira mantém apoio ao treinador e não acredita que uma troca no comando possa resolver a situação. O exemplo da última administração, que mudou de treinador diversas vezes, pesa contra a saída.

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Além disso, o elenco alvinegro está "fechado" com Carille. Internamente, existe otimismo sobre uma vitória diante do Goiás. A comissão técnica e o treinador têm apoio dos jogadores e funcionários do clube. Portanto, com uma demissão, existe a chance da crise se agravar. Marcelo Teixeira busca "equilibrar a balança" para gerir a situação.

Como o técnico reage

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O Lance! soube que Fábio Carille está tranquilo em relação à possibilidade de demissão. Ele tem convicção no trabalho desenvolvido e sabe que precisa reencontrar bons resultados.

Uma das explicações para a oscilação seriam as lesões de jogadores importantes, como Guilherme, Pedrinho e Julio Furch. Com isso, também houve uma queda de confiança no grupo. Porém, o elenco se mantém fechado com o técnico e a comissão.

Incômodos internos

Dentro do Santos, existem incômodos sobre pessoas que não teriam cargos no clube, mas que frequentariam diariamente as instalações como "funcionários". Há impressão de que estas figuras no cotidiano da Vila Belmiro e do CT Rei Pelé podem atrapalhar a gestão. A frustração, inclusive, se estende desde os primeiros meses do ano, mas se agravou com o mau momento do time.

Procurado pela reportagem, o clube nega esta situação.

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