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Copa do Mundo Feminina: Espanha x Inglaterra marca terceira final europeia na história e mostra crescimento da modalidade no continente

Espanha e Inglaterra protagonizam final inédita no futebol feminino neste domingo

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Espanha e Inglaterra fazem, neste domingo (20), a grande decisão da Copa do Mundo Feminina 2023 em Sydney, na Austrália, a partir das 7h (de Brasília). Pela terceira vez na história da modalidade, duas equipes europeias decidirão o torneio mundial, organizado pela Fifa.

Ao todo, foram disputadas oito edições de Copa do Mundo Feminina. Uma decisão totalmente europeia aconteceu em apenas duas vezes ao longo da história: 1995, quando a Noruega venceu a Alemanha na edição da Suécia e em 2003, quando as alemãs venceram as suecas na Copa disputada na China.

+ Espanha x Inglaterra na final da Copa do Mundo Feminina: onde assistir, data e horário

Em toda a história da Copa do Mundo Feminina, apenas quatro seleções se sagraram campeãs: Estados Unidos, com quatro títulos (1991, 1999, 2015 e 2019); Alemanha, bicampeã (2003 e 2007), Noruega (1995) e Japão (2011). Inglaterra e Espanha, ambas finalistas pela primeira vez, marcarão um nome inédito nesta lista.

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CRESCIMENTO DO FUTEBOL FEMININO NA EUROPA

A modalidade na Europa está cada vez mais forte. Com a consolidação da Uefa Champions League Feminina, ano após ano com mais visibilidade e investimentos, as ligas nacionais e clubes tradicionais apostaram no futebol feminino, principalmente nos países finalistas da edição do mundial de 2023.

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Não é à toa que a melhor jogadora do mundo, Alexia Putellas, é espanhola e capitaneia uma forte geração do Barcelona, que conta com outros nomes importantes da Fúria, como Irene Fernández, Aitana Bonmatí, Salma Paralluelo e Mariona Caldentey, além da goleira Cata Coll, que são pilares tanto do Barça campeão europeu em 2023 quanto da seleção feminina da Espanha.

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Por sua vez, a Inglaterra, atual campeã da Euro Feminina, possui jogadoras de altíssimo nível. É o caso de Keira Walsh e Lucy Bronze, velhas conhecidas das rivais deste domingo justamente por atuarem pelo Barcelona; Alessia Russo, atacante do Arsenal e Lauren Hemp, do Manchester City, atuam no mais alto nível do futebol feminino na Inglaterra.

Tudo isso reflete no crescimento do futebol feminino na Europa, que encerrou uma hegemonia dos Estados Unidos na modalidade. Neste domingo, será possível ver o resultado do investimento dentro de campo, independente da seleção vencedora em Sydney.

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