Lance COI avança em medidas contra sexualização de imagens de atletas femininas em transmissões oficiais

COI avança em medidas contra sexualização de imagens de atletas femininas em transmissões oficiais

Yiannis Exarchos, presidente-executivo da Olympic Broadcasting Services, diz que diretrizes foram atualizadas para evitar close-ups desnecessários em partes do corpo

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O Comitê Olímpico Internacional quer acabar com a sexualização da imagem das esportistas nas transmissões oficiais dos Jogos Olímpicos. A ideia não ter mais close-ups em partes do corpo, priorizando sempre o apelo esportivo, além de uma atualização das "Diretrizes de representação".

- Você não verá em nossas coberturas algumas coisas que vimos no passado, com detalhes e close-ups em partes do corpo. O que podemos fazer é garantir que nossa cobertura não destaque ou mostre de forma particular o que as pessoas estão vestindo - afirmou Yiannis Exarchos, presidente-executivo da Olympic Broadcasting Services.

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O COI também atualizou suas "Diretrizes de representação" para orientar os esportes olímpicos e os detentores de direitos de transmissões a caminhar em direção a "igualdade de gênero e justiça". Entre os conselhos que integram as diretrizes, o de não focar "desnecessariamente na aparência, roupas e partes íntimas do corpo".

PROTESTOS
Nesta edição dos Jogos Olímpicos, as ginastas alemãs se recusaram a usar collant e escolheram um uniforme que tampa o corpo todo. Outro protesto também marcou o esporte. A seleção norueguesa de handebol de praia, em um campeonato europeu, se recusou a usar biquíni e optaram pelos shorts, o que rendeu uma multa por quebra de regas de vestuário.

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