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Brasil de Pia Sundhage faz grande atuação coletiva em estreia na Copa do Mundo Feminina: 'Estou orgulhosa', afirma treinadora

Ary Borges (3) e Bia Zaneratto marcaram os gols em passeio sobre o Panamá

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Em uma noite iluminada, a Seleção Brasileira venceu o Panamá por 4 a 0 pelo grupo F, na estreia da Copa do Mundo Feminina. Uma super atuação coletiva foi coroada com o brilho de Ary Borges, que marcou três gols e deu uma assistência para Bia Zaneratto marcar. Após a partida, a técnica da equipe, Pia Sundhage, elogiou a atuação da camisa 17 e de todas as jogadoras, em entrevista coletiva.

- É difícil marcar gols, ainda mais em uma Copa do Mundo, e hoje fizemos quatro. Enquanto criarmos chances estaremos satisfeitas. Não sabíamos o que esperar do outro lado, mas estou orgulhosa das jogadoras, pela maneira que jogamos. A Ary Borges também está feliz, fez um hat-trick, jogou bem, então temos que pagar o jantar para ela - brincou a comandante.

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Alvo de muitas críticas após a queda nas Olimpíadas de Tóquio, realizadas em 2021, para a equipe do Canadá, Pia Sundhage é uma das grandes responsáveis pelo salto do futebol feminino no Brasil. A sueca trouxe grande evolução tática, técnica, logística e estrutural às Guerreiras do Brasil desde sua chegada, após a Copa de 2019, e enalteceu a forma como o time se portou diante da ansiedade da estreia.

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- As jogadoras têm várias soluções disponíveis. O terceiro gol foi lindo, com muita emoção envolvida, e não foi algo que ensinamos, pois é natural do Brasil. Uma jogada imprevisível, com uma técnica linda. O primeiro jogo é sempre complicado, mas estamos felizes com os quatro gols e a atuação - afirmou Pia.

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Além da grande partida do trio Ary Borges, Debinha e Tamires, um dos destaques do encontro foi a entrada de Marta. Aos 29 minutos da segunda etapa, a maior artilheira da história da Copa do Mundo entrou em campo justamente no lugar da autora do hat-trick. A camisa 10 passou boa parte do período de preparação na Austrália se recuperando de um edema muscular e só treinou com bola na última atividade antes do trajeto de Brisbane para Adelaide. Questionada sobre a escolha de colocar a craque no banco, Sundhage preferiu qualificar o grupo que tem em mãos.

- Alguns detalhes são decisivos na escolha de quem serão as jogadoras titulares. Somos um elenco competitivo, com muitas opções. A Bia Zaneratto, voltando de lesão, jogou muito bem, fez o gol, e a Geyse também, deu o passe para gol. Por isso falamos de sempre jogarmos e agirmos juntas. Mesmo quem acaba não entrando nos jogos está junto com quem está dentro de campo - argumentou a sueca.

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Na próxima rodada, a adversária de Pia Sundhage e suas comandadas será a França. O jogo acontecerá no próximo sábado (29), às 7h (horário de Brasília), no Suncorp Stadium, em Brisbane, na Austrália. Caso vençam a partida, as Guerreiras do Brasil, que estão liderando o grupo, já garantem um lugar nas oitavas de final e, dependendo do resultado entre Jamaica e Panamá, podem também assegurar a liderança da chave F.

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