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Berrettini vai às 4ªs em Acapulco e explica porque não jogou no Rio Open

Italiano quis se preparar bem para jogar em Acapulco após chegar em cima da hora ano passado

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O italiano Matteo Berrettini, ex-top 10 e atual 24º do mundo, se mostrou confiante após a vaga nas quartas de final do ATP 500 de Acapulco, no México, conquistada na madrugada desta quinta-feira.

Ele derrotou o sueco Elias Ymer por um duplo 6/3 e vai enfrentar o dinamarquês Holger Rune, 10º colocado, que atropelou o português Nuno Borges por 6/0 6/2: “No ano passado cheguei bastante atrasado a este torneio porque tinha acabado de jogar o ATP 500 do Rio, mas este ano tomamos a decisão de não fazer, de não jogar na semana anterior e assim chegarmos mais preparados para este torneio. Gostei muito das condições do ano passado, por isso o que procurava era estar pronto desde o início. O fato de meu irmão ter jogado a fase anterior também fez com que viéssemos mais cedo. Aqui também não é mau, chegar um pouco mais cedo não é problema, ainda mais com esta organização e este local”, disse Berrettini que ano passado havia chegado até as quartas de final no Rio Open.

“Neste momento sinto muita confiança no meu tênis depois de ter disputado duas partidas muito sólidas, apesar de não competir há muito tempo. Isso me dá muita confiança para a próxima partida, sei o quanto treinei muito no último mês, jogando muito tênis, também aqui quando cheguei. Se eu jogo pouco e ganho, significa que estou jogando bem, que meu jogo finalmente chegou, está funcionando. Estou feliz porque chego fresco para a parte mais importante do torneio, chegar aqui sem cansaço é essencial. Estou contente com o meu nível, embora amanhã seja mais um jogo difícil”.

Sobre as condições físicas para o torneio esta semana, ele se disse bem: "A forma física está aí, é o que buscamos treinando todo esse mês após o Aberto da Austrália. Claro que as condições aqui são muito diferentes das de Melbourne, até mesmo na Europa, onde eu estava treinando, então decidi vir para o torneio bem cedo. Aqui jogamos com muita umidade, suei muito nos meus jogos, mas quanto mais jogos faço nestas condições, melhor me sinto fisicamente”.

Apesar de não ser cabeça de chave e estar fora do top 20, Berrettini se mostra confiante para vencer o torneio: "Nos últimos três anos o meu ranking foi diferente do que tenho agora, mas no final a confiança que ganhei ao longo destes anos não se foi, continua lá. Sinto que posso vencer este torneio, sinto que sempre que entro em quadra posso vencer o jogo, sei muito bem o que fiz ao longo dos anos e os resultados estão aí. Tênis é assim, você sobe como pode descer; Felizmente, nas últimas temporadas, tenho estado mais para cima do que para baixo. Não ser cabeça-de-chave não é uma boa notícia, mas acho que ninguém queria me enfrentar na primeira rodada. No ano passado estive três meses afastado e quando voltei ganhei muitas partidas na grama, isso é algo que tenho dentro de mim e que estou usando agora”.

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