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Após caso de Vini Jr., presidente da Fifa defende expulsão de quem cobrir a boca em discussões em campo

Gianni Infantino reagiu ao caso de injúria racial relatada por Vini Jr. na Champions League

Lance

Lance|Do R7

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Gianni Infantino tem uma posição clara sobre o que fazer com jogadores que cobrem a boca durante confronto com rivais: expulsão imediata. Em entrevista à Sky News, neste domingo (1º), o presidente da Fifa declarou que o gesto, na sua opinião, é utilizado para esconder ofensas direcionadas ao adversário.

O mandatário também revelou o desejo de reduzir a suspensão mínima de 10 jogos para atletas que se desculparem por discriminação, com o objetivo de incentivar uma mudança de atitudes. No entanto, ele ressalta que o racismo vai além do esporte — é o problema da sociedade —, mas reforça a necessidade de clubes e federações priorizarem o combate dentro do futebol.


— Se um jogador tapa a boca e diz algo que tem consequências racistas, então ele tem que ser expulso, obviamente. Deve haver uma presunção de que ele disse algo que não deveria ter dito, caso contrário não teria precisado cobrir a boca — afirmou Infantino.

As falas de Infantino foram motivadas pelo recente caso de injúria racial sofrida por Vini Jr. na partida da Champions League. O brasileiro acusou Prestianni, jogador do Benfica, de ter proferido ofensas escondendo a boca com a camisa.


No último sábado, por exemplo, a IFAB realizou mudanças nas regras do futebol, e uma delas aborda o caso denunciado por Vini Jr. O órgão informou que abrirá consultas para criar novas medidas disciplinares em duas situações específicas: quando jogadores decidirem deixar o campo de forma unilateral como protesto contra decisões da arbitragem — ou forem incentivados por membros da comissão técnica — e quando atletas cobrirem a boca durante confrontos com adversários em campo.

Mudanças nas regras do futebol pela IFAB

Entre as principais novidades, laterais e tiros de meta terão limite de cinco segundos para cobrança após a contagem do árbitro — com reversão da posse ou marcação de escanteio em caso de demora. Jogadores substituídos terão dez segundos para deixar o campo, enquanto atletas atendidos pela equipe médica precisarão permanecer ao menos um minuto fora do jogo. O VAR também passa a poder corrigir rapidamente erros em escanteios e tiros de meta, além de revisar expulsões por segundo cartão amarelo. 

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