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Zero a zero no Fla-Flu. Que tristeza…

Flamengo e Fluminense não saem do zero e se afastam do líder Botafogo. Alegria por qual motivo? Foto: Marcelo Cortes/Flamengo A ressaca...

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

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A propósito, o resultado mostra também que Jorge Sampaoli é definitivamente uma espécie de Vitor Pereira argentino, pois escala mal, substitui pior ainda e não consegue fazer o time jogar. O time tomou um banho de bola em Curitiba – e sabe-se lá como, conseguiu ganhar – e outro hoje, notadamente no segundo tempo, quando mal pisou o campo contrário. A diretoria rubro-negra aguarda ver o time cair nas três competições para demitir o lamentável treinador, pois com o tal cidadão, o Flamengo fechará 2023 sem título, embora tenha disputado oito deles.

Flamengo e o primeiro tempo

O Flamengo começou e prosseguiu com o jogo de algumas ocasiões na temporada. Troca muitos passes, mantém o adversário recuado, mas ameaça efetivamente muito pouco, e quando há o contra-ataque a sua retaguarda entra em pânico. Não aconteceu uma oportunidade de fato na primeira meia hora. Nem Fla, nem Flu. Nada além de muita gritaria, disputa de bola e três cartões amarelos. Cano derrubou Wesley e também foi advertido. Mas o Tricolor equilibrou a partida, Felipe Luiz quase faz contra, Éverton Cebolinha não vê a cor da bola, o técnico rubro-negro caminha sem destino, alucinadamente, e o primeiro tempo termina sem que o torcedor vá para o intervalo lamentando aquela chance perdida que daria vantagem ao seu time. Apenas a goleada do Flamengo em amarelos: 4 a 1.

Flu ofensivo no 2º tempo

O Fluminense retornou com Lelê no lugar de Martinelli, sugerindo postura mais ofensiva. O time da Gávea mantém a troca inútil de passes, pois erra sempre o último toque, e o adversário procura ser mais rápido, ao sair da defesa para o ataque, para atropelar a lerdeza dos zagueiros rubro-negros, habitualmente confusos na marcação. Aos 14 minutos, Arias largou em disparada, e bateu de fora da área, no canto direito, abrindo o placar. Mas, para surpresa geral, o mesmo VAR que anulou inacreditavelmente um gol do Flamengo contra o Athlético Paranaense, repetiu a dose, dessa vez a favor do Rubro-Negro carioca, pois a arbitragem viu uma falta de André em Éverton Cebolinha, na única vez que o sofrível ponteiro conseguiu um drible. O VAR, cá entre nós, é um formidável trapalhão.

O gol, que não valeu, chama a atenção do Andarilho de Rosário, que não assistia ao jogo, e ele faz duas mudanças, lançando Allan e Luiz Araújo, sacando Thiago Maia, um morto que caminha, e o homem de Maracanau, que deixou o futebol em São Domingos de Benfica.

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Na reta final…

É fato, porém, que a pressão do Fluminense é total, pois o Flamengo não consegue atravessar a divisória do campo. As substituições e amarelos prosseguiram. Aos 43, Pablo faz falta em Cano na origem da jogada, e no fim das contas, Gabriel marcou o gol. Mas eis que ele, o VAR, que manda efetivamente agora no futebol, também anula. E lá vem Vitor Hugo. Quando ele entra, é o fim dos tempos, nada ocorrerá de positivo. Na sequência, Luiz Araújo agride Marcelo e recebe o vermelho. Há o lado bom: ele não poderá ser escalado na próxima partida.

Muita gritaria, pancada a valer, o Tricolor mandando em 70% da partida, e um 0 a 0 que não teve serventia alguma, na briga pelo campeonato, mas para deixar claro, somente, que os dois times não conseguem, definitivamente, entrar no páreo.

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