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Vídeo! Botafoguenses mudam música e expõem ruptura com Marlon Freitas até em uniforme

Arquibancada reage à saída ao Palmeiras e, em primeiro jogo da temporada, retira o nome do meia de música sobre a conquista da Libertadores

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

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Marlon Freitas foi apresentado no Verdão na semana passada Fabio Menotti/Palmeiras

A saída de Marlon Freitas para o Palmeiras ainda dói no Botafogo — e a torcida fez questão de mostrar isso logo no início da temporada. Na vitória por 2 a 0 sobre a Portuguesa no Estádio Luso-Brasileiro, pelo Campeonato Carioca, o volante deixou de ser lembrado como herói e passou a simbolizar uma ruptura mal digerida nas arquibancadas.

O recado mais claro veio da música que celebra a conquista da Libertadores de 2024, a mais importante do clube até aqui. Isso porque torcedores atualizaram a canção e substituíram o nome de Marlon Freitas pelo de Savarino, com o estádio inteiro já acompanhando a nova versão.


As manifestações não se limitaram apenas ao canto nas arquibancadas e se estenderam às vestimentas. Assim como na canção, um torcedor também atualizou a personalização da camisa que anteriormente levava apenas o nome de “Magic Freitas” com o acréscimo da frase: “Nem Judas foi tão fdp”.

Agora, o trecho é cantado da seguinte forma: “[…] Buenos Aires invadi, a história vivi; Com o Telles, Savarino, Junior Santos e Luiz […]”.


Marlon Freitas no Palmeiras

Oficializada no dia 4 de janeiro, a transferência do jogador ao Palmeiras causou incômodo entre botafoguenses sobretudo pelo peso simbólico do atleta na campanha do título continental. Esse feito, aliás, serviu para intensificar o vínculo e identificação entre o capitão e o Alvinegro — com homenagens em bandeirão, música e uniformes.

“Não foi fácil (deixar o Botafogo). Eu tenho que ser realista e verdadeiro, por tudo, pela história feita […]. É uma grande oportunidade na minha carreira, para a minha família, e eu entendi, o Botafogo também, que era um fim de um ciclo vitorioso. […] A gente tem que entender que tem um começo, meio e fim”, afirmou o jogador em apresentação ao Alviverde.


O meia vestirá a camisa 27 durante sua passagem por São Paulo e, apesar dos protestos, reforçou a convicção na escolha: “Fiz o certo. Estou no lugar certo, porque quero voltar a ganhar e tenho certeza que com o Palmeiras vai ser um grande casamento”.

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