Jogada 10 Vegetti define Ramón e Emiliano Díaz como ‘complemento perfeito’

Vegetti define Ramón e Emiliano Díaz como ‘complemento perfeito’

Atacante cruz-maltino, Vegetti enaltece união do elenco na reta final do Brasileirão e explica o motivo pelo qual escolheu o Vasco...

Jogada 10
Foto: Daniel Ramalho/Vasco

Foto: Daniel Ramalho/Vasco

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Com o Vasco de férias, os torcedores olham para trás e analisam, agora sem preocupação, a jornada do time carioca na reta final do Brasileirão. É inegável que o segundo turno cruz-maltino foi fundamental para que a equipe conseguisse fugir do rebaixamento, e isso passa por contratações importantes, como por exemplo do atacante Vegetti e do técnico Ramón Díaz. Nesta terça-feira (12), o atacante avaliou esses momentos e aproveitou para enaltecer o comandante argentino.

Segundo o “pirata”, não é segredo para ninguém o conhecimento do treinador no futebol mundial. Mas, alinhada a qualidade de Ramón, Vegetti enaltece o filho e auxiliar do técnico, Emiliano Díaz. Segundo ele, os dois formam um “complemente perfeito”.

“O Ramón é um ícone do futebol argentino, mas que há décadas já ganhou o mundo. É um treinador muito respeitado mundialmente. O currículo dele fala por si só. O Emiliano já foi jogador, tem no sangue essa veia do Ramón também, então é um complemento perfeito. Sem dúvida a nossa comissão teve papel decisivo para ajudar o nosso elenco, recuperar a confiança daqueles que iniciaram o ano, e souberam administrar a enorme pressão que era sair de uma situação muito adversa para chegar ao objetivo”, disse o jogador, em entrevista ao “Ge”.

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União do elenco foi fundamental

A chegada de Ramón, como dito anteriormente, foi fundamental para a permanência do Vasco na primeira divisão. No entanto, de nada adiantaria se o elenco vascaíno não tivesse feito a sua parte em campo. Assim, Vegetti cita a união do grupo como um grande fator desta volta por cima. Além disso, citou, novamente, a comissão técnica.

“A nossa missão no campeonato era muito difícil. Era uma maratona, digamos assim. O Vasco largou mal no Brasileiro e, quando cheguei, ainda estava em último, muito atrás do 16º colocado. Mas uma coisa que me impressionou muito desde o início foi a união do grupo. Podia ser o atleta mais experiente ou mais jovem, todos tinham certeza que o trabalho estava sendo bem feito, e que uma hora os frutos viriam”, detalhou.

“Não foi fácil, mas creio que o resultado final é a prova de que temos um grupo de homens que não se intimidam com a dificuldade. E que nunca desistiu ou deixou de acreditar que era possível. É preciso destacar também o trabalho da nossa comissão técnica, que foi fundamental”, completou.

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Escolha pelo Vasco

“Sempre tive um desejo de atuar no Brasil em um grande clube. Já estava há algumas temporadas no Belgrano e queria ter uma experiência de atuar fora do meu país. Quando chegou a proposta do Vasco, que é um grande clube não só do Brasil, mas do nosso continente e do mundo, era o desafio que gostaria de encarar. Não foi uma decisão simples ou fácil de tomar. Estava estabilizado no Belgrano. Mas ser uma proposta de um clube como o Vasco pesou para que fizesse a opção pela vinda.”

Provocação ao venezuelano Soteldo

“Estávamos em uma situação complicada e não achamos oportuno o que ele fez naquela partida. Não trouxe nenhum tipo de vantagem para ele aquela jogada. Quando atingimos o objetivo foi mais uma coisa interna do grupo, relembrando o caminho que passamos até chegar ali. Acabou tomando uma forma maior do que realmente foi para o nosso grupo o que fizemos ali no campo. Mas todos sabemos que o Soteldo é um grande jogador, um craque. Mas nosso foco sempre foi o Vasco e estamos felizes que no fim atingimos o nosso objetivo.”

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