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Textor: ‘Quero reiniciar o que começamos com Luís Castro’

Até os refletores do Estádio Nilton Santos sabem que o norte-americano quer um 'sócio' como novo treinador do Botafogo

Jogada 10|

Foto: Vítor Silva/Botafogo
Foto: Vítor Silva/Botafogo Foto: Vítor Silva/Botafogo (Jogada 10)

Apesar da classificação para a fase de grupos da Copa Libertadores e dos seis jogos de invencibilidade (com cinco vitórias) sob a batuta do interino Fábio Matias, John Textor sente que ainda falta muito para a equipe se aproximar do “Botafogo Way“, estilo de jogo idealizado pelo dono da SAF do Alvinegro. Em entrevista à tv oficial do clube, o exigente magnata norte-americano deixou clara as suas diretrizes esportivas.

“No último jogo (vitória sobre o Bragantino na semana passada), não vi toda a preparação e tudo que construímos no primeiro período com Luís Castro. Agora, somos um time brasileiro talentoso, atlético, capaz, jogando bem parecido com o jeito dos outros times do país. As pessoas podem discutir se é bom ou ruim, mas é uma desconstrução do Castro. Quero reiniciar o que começamos com Luís Castro”, disse o mandachuva.

Textor relembra Lage e confessa arrependimento

Sob esta premissa, Textor vai atrás de um novo treinador para o Botafogo, time há um mês com o cargo vago. O empresário guarda o nome a sete chaves. No entanto, até os refletores do Estádio Nilton Santos sabem que o norte-americano quer um partner, ou seja, alguém com quem possa estabelecer uma sociedade. Um nome que tenha autonomia total sobre o futebol, como Castro, que abandonou o Glorioso para abraçar o vil metal dos petrodólares dos xeques da Arábia Saudita. O proprietário da SAF revela, também, um grande arrependimento em 2023.

“Quando olho para o perfil do novo técnico, não vamos nos focar em nacionalidades, se é americano, português ou argentino… Mas que tipo de pessoa é, tipo, como você vê o jogo, como se comunica, como ensina. Depois da saída do Castro, não me mantive leal o suficiente com Bruno Lage (substituto de Castro), que atravessava um tempo difícil para se conectar com o time. Deveria ter ajudado ele a se comunicar melhor com o time. O que ele estava tentando era uma forma diferente, muito boa, dentro de grandes padrões europeus. Quando essa mudança aconteceu, tínhamos uma série de homens bons, mas perdemos a continuidade da estruturação e do ensino”, emendou.

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