Logo R7.com
Logo do PlayPlus
Publicidade

Taça da Recopa Sul-Americana é exposta no Museu do Fluminense

Nova conquista continental do Tricolor já está na sala de troféus do novo espaço em Laranjeiras

Jogada 10|

[embed id="65e7650ec012ad411c0022d4" author="Jogada%2010" dimensions="771x420" crop="" description="-%20Fotos%3A%20Marina%20Garcia%2FFFC" title="-%20Fotos%3A%20Marina%20Garcia%2FFFC" url="https://img.r7.com/images/fotos-marina-garciaffc-05032024153138908" namespace="images" image_with_link="false" link_name_image="" target_image="" size_amp="" device_type=""]

A mais nova conquista do Fluminense já está em seu museu. Nesse sentido, o torcedor que visitar o recém-inaugurado espaço encontrará a taça da Recopa Sul-Americana 2024. O troféu ocupa lugar de destaque na sala que expõe tantas outras glórias da história centenária, em Laranjeiras. O Tricolor conquistou o título ao vencer a LDU, do Equador, no Maracanã, por 2 a 0, com dois gols de Jhon Arias.

A direção do clube remodelou o local, que procura trazer experiências inéditas ao torcedor que for à sede do clube conhecer de perto a história tricolor. Uma das salas é referente ao maior título do Tricolor: o de campeão da Libertadores. No espaço, o clube exibe, além da taça, itens históricos e o vídeo dos bastidores da conquista.

Em destaque ao lado do troféu da Recopa Sul-Americana estão os quatro títulos de Campeonato Brasileiro (1970, 1984, 2010 e 2012), o da Copa do Brasil (2007) e o da Copa Rio (1952).

Detalhes do novo museu

Diferente de qualquer outro museu, o Fluminense não exibe sua história de forma linear. Ela foi construída com base em capítulos, onde cada sala conta uma história como se fosse em um ato teatral. Nela, há diversos detalhes como Maria Bethânia recitando o poema “O Campo”, de João Cabral de Melo Neto, e Chico Buarque com a canção “Bom Tempo. Além de fragmentos de Vinícius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, Adélia Prado e Manoel de Barros.

Publicidade

A concepção e criação de cada detalhe ficou a cargo da diretora teatral e artista multimídia Bia Lessa. Para executar a obra, ela teve o auxílio de Paulo Pederneiras (diretor artístico e fundador do Grupo Corpo), que assina a luz da Sala de Troféus. Além disso, o design de som e produtor de trilhas sonoras Dany Roland é o responsável pela parte musical.

Por fim, o espaço tem o patrocínio da TIM. Ele é formado por meio da lei de incentivo à cultura da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, e realização da IRJ Sports.

Siga o Jogada10 nas redes sociais: TwitterInstagram e Facebook.

Últimas

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.