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Sem reação, Botafogo reprova em teste para ser ‘copeiro’ e mantém jejum

Time entra recheado de jogadoes experientes, mas falha muito e cai para equipe tecnicamente mais fragil sob a pressão da Argentina

Jogada 10|

Jogada10
Jogada10 Jogada10 (Vitor_Silva)

Pouco acostumado a torneios sul-americanos, nas últimas décadas, o Botafogo encarou o Defensa y Justicia com um time altamente experiente. Porém, isso não foi suficiente para sair com a classificação para as semifinais e, assim, ampliou o jejum do clube que já durava de 30 anos. Afinal, desde a Copa Conmebol de 1993 o Glorioso não alcança esta fase em competições internacionais.

Na Argentina, o sistema defensivo foi o maior culpado pela derrota. Justamente o setor mais seguro da equipe no Brasileirão. Calejados, Cuesta e Marçal, ambos de 34 anos, sofreram bastante com o ataque dos argentinos. Além deles, Di Plácido, jogando em um estádio e em condições conhecidas, errou feio no primeiro gol. Na frente, Diego Costa não conseguiu segurar a bola ou concluir com eficiência.

MÉDIA DE IDADE ALTA

A média de idade dos onze iniciais, aliás, era de 29.6 anos, claramente uma estratégia do técnico Bruno Lage. Sempre com discurso protetor dos jovens, o português tirou Hugo e Segovinha da linha de frente. Mas o Botafogo acumulou falhas e em nada pareceu o time que vem varrendo os adversários. O desempenho ruim fora de casa e na própria Copa Sul-Americana, por outro lado, já haviam ligado o alerta.

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Dessa forma, no teste para virar “copeiro”, o surpreendente Alvinegro de 2023 foi reprovado. Primeiro, caiu na Copa dp Brasil, ainda em junho, sob o comando de Luís Castro. Uma vitória para cada lado contra o Athletico e eliminação das oitavas de final nos pêaltis. Agora, após superar o Patronato-ARG e o Guaraní-PAR, bem mais frágeis, cai diante do Defensa y Justicia.

No segundo tempo, a ineficiência do jogo de ida voltou a aparecer. O time até teve a bola e criou chances para virar e, depois, empatar em 2 a 2. Entretanto, não soube concluir. As substituições de Lage tampouco suritram efeito, afinal, Mateo Ponte, Gabriel Pires e Segovinha entraram mal. Janderson, por sinal, tocou na bola apenas uma vez e não se entendeu com Diego Costa na área.

Agora, os argentinos encaram São Paulo ou LDU pelas semifinais, e o Botafogo se prepara para um desafio internacional maior em 2023: a Copa Libertadores, para qual já está virtualmente classificado com a distância que construiu na liderança do Brasileirão.

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