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Sem Cavani, Nacional e Boca Juniors empatam em Montevidéu

Eliminatória fica totalmente aberta para embate decisivo que acontecerá em La Bombonera

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Não tendo Edinson Cavani sequer entre os atletas que viajaram até o Urugui, o Boca Juniors visitou o Nacional, nesta quarta-feira (2), pela partida de ida nas oitavas de final da Libertadores. E o confronto, ocorrido no Estádio Gran Parque Central, terminou com o mesmo placar que começou: sem gols.

Os dois times aparentavam ter como ideia principal no estilo de armação as saídas apostando na velocidade e em troca de passes reduzida, mas chegando da maneira mais rápida possível à meta adversária. Foi com esse espírito que o Nacional começou mais insinuante na partida onde o goleiro Sergio Romero quase deixou o rebote no chute de Ignacio Ramírez sobrar nos pés de Diego Zabala, mas o arqueiro boquense conseguiu se recuperar.

Pouco depois dos dez minutos de jogo e, em caráter gradual, o time da Argentina foi melhorando a capacidade de retenção da posse de bola e movimentação no plano ofensivo. Entretanto, faltava finalizar as jogadas de perigo como, por exemplo, a bola enfiada pelo lateral-esquerdo Frank Fabra onde Miguel Merentiel ficou a centímetros de alcançar a bola antes da saída da meta por parte de Salvador Ichazo.

Na reta final da primeira etapa, em meio a um jogo bastante físico, as chances com real clareza de marcar eram raras. A maior delas, certamente, surgiu com 28 minutos quando o cruzamento na área do Boca Juniors foi parcialmente cortado e Zabala tocou para Ramírez, quase na altura da pequena área. O toque no peito do pé do camisa 11 foi no contrapé de Romero, mas bateu caprichosamente na trave esquerda.

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A volta do intervalo mostrou o Bolso com maior ímpeto e precisão na armação de jogadas onde se estabeleceu como o time que ditava o ritmo do confronto. Algo, obviamente, que também foi inflamando o torcedor uruguaio que lotou as dependências do Gran Parque Central. Foi nesse momento que a equipe anfitriã elaborou, ao menos, três lances mais incisivos onde a pontaria e uma defesa importante de Romero foram os obstáculos para a abertura do placar.

Por outro lado, o Boca chegou a sustentar maior posse de bola, mas parecia, constantemente, ter pouca objetividade e capacidade de ‘furar’ as linhas de marcação. Além disso, no momento de conclusão das jogadas, a equipe de Buenos Aires tinha sérios problemas com tomadas de decisão na sua fase mais adiantada, não conseguindo transformar suas chegadas em finalizações de real ameaça contra o gol de Salvador Ichazo.

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Da mesma forma que ocorreu no primeiro tempo, o passar do tempo na etapa complementar fez com que a questão física e mudança de estilo no ataque do Boca Juniors (priorizando nomes de velocidade e descansados como Exequiel Zeballos e Exequiel Zeballos) dificultasse com que o Nacional sustentasse o volume criativo o qual iniciou os dois tempos. Assim, o duelo seguiu com muitas brigas pela bola, mas sem oportunidades capazes de tirar o zero do marcador até o último apito do árbitro brasileiro Raphael Claus.

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